10 de dezembro de 2012

Problemas são sinônimos de lição


De modo geral, um problema surge à frente e consideramo-nos para logo batidos pela aflição. Não raro, contornamo-lo através da fuga deliberada. Noutras ocasiões, antes de arrostá-lo, resvalamos em desânimo ou rebeldia. E lá se vai a oportunidade da promoção.
Às vezes, nós – espíritos eternos – perdemos sucessivas reencarnações, simplesmente pelo medo de en-carar certas dificuldades justas e necessárias ao nosso burilamento. Problemas, no entanto, constituem o preço da evolução. Não há conhecimento sem experiência e não há experiência sem provas.
Em todos os níveis da Natureza prevalecem semelhantes princípios. O embrião da planta vive na semente um problema fundamental: como atravessar o envoltório que o resguarda, para construir o seu próprio caminho na direção da luz? A lagarta enfrenta outro: onde encasular-se para ser a borboleta?
Não fossem os desafios e exercícios da escola, a cultura, tanto quanto a civilização seriam tão-somente idéias remotas no campo da Humanidade.
Não te amedrontes ante os problemas que te visitem. São eles recursos naturais da existência, medindo-te a capacidade de adaptação e crescimento.
Nunca te certificarias se possuis bastante reservas de coragem, sem o obstáculo que te ensina a decifrar os
segredos da auto-superação, e jamais saberias se realmente amas, sem a dor que te ajuda a desentranhar os mais puros sentimentos do coração.
Problemas são sinônimos de lição. Se tens o caminho repleto deles, isso significa que chegaste à madureza de espírito, com a possibilidade de frequentar simultaneamente vários cursos de aperfeiçoamento no
educandário do mundo. Bendize o ensejo de testemunhar a tua abnegação e a tua fé, porque todo momento de compreender e perdoar, auxiliar e edificar, é hora de aprender e tempo de progredir.

*Pelo Espírito de  Emmanuel *


23 de novembro de 2012

Necessidade da Reencarnação


No túmulo de Allan Kardec, em Paris, contem a inscrição que resume o pensamento espírita a respeito do assunto: “Nascer, morrer, renascer, ainda e progredir sem cessar, tal é a lei (a citação consta também do livro O que é o Espiritismo).

Encarnar, para os que acatam esta doutrina, refere-se ao primeiro nascimento do Espírito em um corpo físico, ou em determinada Humanidade. Reencarnar, diz respeito aos renascimentos sucessivos do Espírito, em um mesmo Planeta ou em outros. Assim, Deus impõe aos homens a “encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. [...] Mas para alcançarem essa perfeição, têm de sofrer todas as vicissitudes da existência corporal [...].”1

A encarnação tem ainda outra finalidade: a de por o Espírito em condições de cumprir sua parte na obra da Criação. Para executá-la é que, em cada mundo, ele toma um instrumento [corpo físico] em harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de nele cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É dessa forma que, contribuindo para obra geral, ele próprio se adianta. 1

A reencarnação é aceita como lei natural, que favorece a evolução do Espírito. Em cada existência corpórea, o Espírito recebe oportunidades para reparar equívocos comentidos em existências anteriores e para desenvolver novos aprendizados. Cada reencarnação é precedida de um planejamento, que permite ao reencarnante renascer no meio propício e junto a pessoas onde se faz necessário desenvolver aprendizados e os acertos espirituais.

A reencarnação expressa a justiça e a misericórdia divinas que, não condenando o infrator — tal como apregoa algumas interpretações religiosas — concede ao Espírito a oportunidade de corrigir erros, cometidos devido à própria ignorância de não saber medir as consequências das próprias ações, magoando ou prejudicado pessoas.

Nesses termos, a reencarnação é, por princípio, o reajuste da consciência culpada perante as leis sábias e amorosas que governam o Universo. Ninguém dela está livre.

É processo superior de aquisição de felicidade a que está destinada todas as criaturas, por efeito de sua herança divina: “A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia.”1

Os reajustes promovidos e viabilizados pela reencarnação assumem a forma de provas e de expiações, sempre de acordo com os erros cometidos e no âmbito da aquisição moral e intelectual de cada indivíduo. As provas são obstáculos naturais, impulsionadores do progresso. Já as expiações são provas mais difíceis, dolorosas, a que o Espírito se submete, decorrentes de um endividamento maior.

As reparações reencarnatórias ocorrem, então, segundo os ditames da lei de causa e efeito, mas a quitação da dívida pode ser feita pela dor (provações/expiações) ou pela prática do amor, segundo ensinamento do apóstolo Pedro: “Tendo antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados.” 1, Pedro, 4:8.

Referência

KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2010, questão 132, p.147.
AUTORA: Marta Antunes Moura 







27 de outubro de 2012

Oi Jesus, eu sou o Zé!

Todos os dias, ao meio-dia, um pobre velho entrava na igreja e poucos minutos depois saia. Um dia o sacristão lhe perguntou o que fazia, poishavia objetos de valor na igreja.
- Venho rezar, respondeu o velho.
Mas é estranho, disse o sacristão, que você consiga rezar tão depressa!
Bem, retrucou o velho, eu não sei recitar aquelas orações compridas, mas todos os dias, ao meio-dia, eu entro na igreja e só falo;

OI JESUS, EU SOU O ZÉ, VIM TE VISITAR!

Num minuto já estou de saída. É só uma oracãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve. Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital e na enfermaria passou a exercer uma influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres, muitas risadas passaram a ser ouvidas.
- Zé, disse-lhe a irmã, os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre.
- É irmã, estou sempre alegre, é por causa da visita que recebo todos os dias, me faz feliz!
A irmã ficou atônica.Já havia notado a cadeira vazia encostada na cama do Zé. O Zé era um velho solitário, sem ninguém. Que visita? Que hora?
Todos os dias, respondeu o Zé com um brilho nos olhos, todos os dias, ele vem sentar ao pé da cama, quando olho para ele, ele sorri e diz;

OI ZÉ, EU SOU JESUS, VIM TE VISITAR!



16 de outubro de 2012

SUA ALMA ACORDA QUANDO SEU CORPO DORME!


Quando dormimos, nossa alma acorda. Não somos o nosso corpo, em essência, somos a consciência que habita nosso corpo. Quando adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com isso permitimos que nossa consciência -que está sediada na alma- se desligue temporariamente e viaje pelos mais diferentes locais nas dimensões extrafísicas.

DIFERENTES ASSÉDIOS

Podemos viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando acordamos nos sentimos bem, realizados e felizes com a vida.

Podemos também ser assediados por espíritos sombrios, por bagunceiros do plano espiritual, por desafetos de outras vidas e até por outros seres encarnados que estejam também em projeção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir. E, no caso desses tipos de assédios -infelizmente muito comum- costumamos acordar com diversas sensações ruins, como dores de cabeça, mal-estar, desânimo pela vida, entre outros.

Podemos ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada por erros na alimentação e, dessa forma, nem sairmos em projeção. Isso também acontece quando estamos hiperativos mentalmente.

Nestes casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nossa consciência não se liberta por completo. Normalmente, nessas situações, após o período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar direito e mesmo depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude física e mental.

A PROJEÇÃO ASTRAL

É a faculdade que a alma tem de se projetar para fora do corpo físico durante o sono, mantendo-se ligada ao corpo denso por meio do cordão de prata.

Basicamente existem dois tipos de projeção: a consciente, em que o projetor tem discernimento sobre seus atos e pensamentos, e a não consciente, em que não há lembrança da saída do corpo. Portanto, todos estamos habilitados a realizar esta prática. Acontece comigo, acontece consigo, acontece com todo mundo, pois essa é uma natureza da alma humana. Todavia, muitas pessoas costumam achar que isso é loucura; que não é possível.

LEIA MAIS, clicando na frase abaixo.




E QUANTO AOS SONHOS?
Quando dormimos, nossa consciência experimenta basicamente três principais padrões. São eles:

1 - Sonhos construídos com base nos elementos vivenciados durante o dia. Nesse caso, a pessoa costuma sonhar com situações misturadas, que reúnem elementos confusos, como entrar por uma porta, depois se ver em uma cadeira, depois observar um cachorro, conversar com o chefe, brigar com o vizinho, depois entrar num circo em que o palhaço vai embora, e mais tarde tomar um copo de suco, dentro de um elevador, que tem asas e voa até uma cozinha, que tem o Tiririca como cozinheiro, e assim por diante. Resumo, nada se liga a nada.
Este tipo de sonho manifesta o padrão mental desorganizado, agitado, tenso, cansado. É a reunião de burburinhos mentais que só revelam que a pessoa está precisando desacelerar a mente.

2 - Recordações de vidas passadas... Quando os sonhos têm mensagens sempre muito parecidas e afetam o emocional da pessoa com grande intensidade, eles dão indícios de ter relação com situações de vidas passadas que afloram durante o sono como uma recordação perturbadora. Aqueles sonhos que carregam sempre os mesmos elementos, como uma guerra, uma perseguição, um abandono ou uma situação específica, que a pessoa já sonhou repetidas vezes, manifestam provavelmente recordações de vidas passadas.

3 - Encontros espirituais nas projeções astrais. Quando estamos libertos do corpo físico, apenas ligados pelo cordão de prata, podemos, como já citado, ter diversas vivências em várias situações e contatos com outras consciências extrafísicas, de amor (ou não), de luz (ou não). Também podemos encontrar parentes e amigos desencarnados. Nesses casos, muitas vezes a pessoa ao acordar não se lembra de nada, mas nas situações em que a memória "funciona bem", qualquer um pode perceber a nitidez e a riqueza de detalhes na qual a experiência aconteceu.

O MAIOR APRENDIZADO

Para ter uma projeção astral proveitosa e harmoniosa é necessário adquirir o hábito de nos prepararmos consciencialmente para o sono, equalizando nossos pensamentos em elevadas vibrações, purificando nosso espírito, acalmando a nossa mente e procurando manifestar uma intenção positiva.
É importante a realização da prece, magnetizada pela vontade de servir aos planos de Luz naquilo que os seres de amor entendam ser a tarefa adequada para nós.
Também podemos e devemos pedir treinamentos e instruções nas escolas do plano espiritual, com o objetivo de seguirmos evoluindo na experiência física.
Prepare-se para o sono, cuide da sua energia antes de embarcar na viagem da alma e jamais, de maneira alguma, adormeça nutrindo sentimentos de raiva, revolta, vingança e mágoa, porque eles podem ser o elo de ligação entre a sua alma e os planos mais densos com seus representantes...

POR BRUNO J. GIMENES







21 de setembro de 2012

A morte é também um começo

Eu tenho medo da morte, no entanto, ao mesmo tempo, ela exerce uma atração inexplicável sobre mim. O que isso significa?
A morte é o maior mistério da vida. A vida tem muitos mistérios, mas não existe nada que se compare à morte. A morte é o clímax, o crescendo. A pessoa tem medo dela porque ela ficará perdida, ela se dissolverá nela.
Ela tem medo da morte por causa do ego — o ego não pode sobreviver à morte. Ele ficará nesta margem quando você passar para a outra; ele não pode ir com você. E o ego é tudo o que você sabe sobre si mesmo, daí o medo, o grande medo: "Eu não existirei mais depois de morrer."
Mas existe uma grande atração também. O ego você perderá, mas não a sua realidade. Na verdade, a morte lhe revelará a sua verdadeira identidade; ela levará embora todas as máscaras e revelará a sua face original.
A morte tornará possível, pela primeira vez, que você encontre o seu âmago mais profundo, a sua subjetividade mais profunda assim como ela é, sem nenhuma camuflagem, sem nenhum fingimento, sem nenhuma personalidade falsa. Por isso é que todo mundo tem medo da morte e se sente atraído por ela.
Essa atração foi mal-interpretada por Sigmund Freud, que achou que havia um desejo de morte no ser humano — ele o chamou de Thanatos. Ele dizia, "O homem tem dois instintos básicos, fundamentais; um é Eros — um desejo profundo de viver, de viver para sempre, um desejo pela imortalidade — e o outro é Thanatos, o desejo de morrer, de acabar com tudo".
Ele não entendeu o espírito da coisa, pois ele não era um místico; ele só conhecia uma face da morte — que ela é o fim da vida —, ele só sabia uma coisa: que a morte é o fim. Ele não se deu conta de que a morte é também um começo.
Todo fim é somente um começo, porque nada acaba totalmente. Nada pode jamais acabar. Tudo continua, só a forma muda. A sua forma morrerá, mas você também tem algo sem forma em você. O seu corpo não existirá mais, mas você tem algo aí dentro, dentro do seu corpo, que não faz parte do seu corpo.
A sua parte terrena voltará à terra, é pó sobre pó, mas você tem algo do céu em você, algo do além, que empreenderá uma nova jornada, uma nova peregrinação. A morte causa medo se você pensar no ego, e ela agrada você, atrai você, se você pensar no seu verdadeiro eu.
Então a pessoa sente uma vaga atração pela morte; se você ficar totalmente consciente dela, ela pode se tornar uma compreensão transformadora, pode se tornar uma força de mutação.
Procure entender tanto o medo quanto a atração. E não pense que eles sejam opostos — eles não se sobrepõem, eles não são opostos um do outro; eles não interferem um no outro. O medo está voltado para uma direção: o ego; e a atração está voltada para uma dimensão totalmente diferente: o eu destituído de ego.
E a atração é muito mais importante do que o medo. O praticante de meditação tem de superar o medo. Ele tem de se apaixonar pela morte, tem de convidar a morte — o praticante de meditação não tem de esperar por ela, ele tem de evocá-la, pois a morte é uma amiga para ele.
E o praticante de meditação morre antes do corpo. E essa é uma das mais belas experiências da vida: o corpo continua vivendo, externamente você continua vivendo como sempre, mas interiormente o ego não existe mais, o ego morreu.
Agora você está vivo e morto ao mesmo tempo. Você se tornou um ponto de encontro entre a vida e a morte; você contém agora os opostos polares e é grande a riqueza quando os dois opostos polares estão presentes.
E esses são grandes opostos polares, a vida e a morte. Se abarca ambos, você será capaz de abarcar Deus, pois Deus é ambos. Uma face de Deus é a vida, a outra face é a morte.
Isso é belo — não torne isso um problema.
Medite a respeito, faça disso uma meditação e você será imensamente beneficiado.

Osho, em "O Livro do Viver e do Morrer: Celebre a Vida e Também a Morte"


16 de julho de 2012

A força de seu pensamento



Se conseguíssemos dimensionar a força que têm nossos pensamentos, com certeza seríamos muito mais atenciosos com eles.
Pensamentos têm forma. São criações fluídicas invisíveis aos nossos olhos que caminham pelo espaço, vão até onde os seus criadores os orientam, enviando bons fluidos ou fluídos destrutivos, conforme a vontade do emissor.
Também circundam nosso perispírito de imagens chamadas formas-pensamento, mostrando aos espíritos desencarnados qual o teor de nossos sentimentos e verdades.
O meio de comunicação dos espíritos é o pensamento.
O pensamento é criação, é força geradora de ações e reações refletidas tanto no mundo material em que vivemos, quanto na pátria espiritual.
O nosso pensamento pode ser escondido de nossos companheiros de jornada terrena, mas nos deixa “nus” em relação aos espíritos que nos acompanham fora da matéria.
E nada podemos esconder tanto de nossos amigos espirituais, quanto de nossos “inimigos” espirituais, que se utilizam de nossas fraquezas para saber em que ponto devem atacar com maiores chances de sucesso em seus planos infelizes.
O pensamento funciona como um verdadeiro ímã de almas afins, atraindo junto a nós espíritos que pensam como a gente, misturando nossos pensamentos aos deles.
Por isso tudo meu amigo, muita atenção com seu pensamento.
Cuidado com o que pensa e deseja diariamente para si e para os outros.
Nossa criação mental é grande responsável pelas coisas darem certo ou errado em nossas vidas.
Faça uma análise sincera dos seus pensamentos atuais.
Eles revelam o que você é na realidade, indiferente da imagem que você – mesmo inconsciente – tenta passar a todos diariamente.
Somos imperfeitos e como tal ainda temos uma tendência a fazer mal uso da criação de nossos pensamentos.
Emitimos pensamentos de inveja, de cólera, de ciúmes e de outras tantas paixões inferiores às quais ainda nos vemos presos…
Sabemos que não será nessa vida que chegaremos ao glorioso estágio de só pensar e agir no bem, mas é necessário começarmos a nos reeducar e nos preparar para desde já iniciar uma melhor caminhada evolutiva, utilizando da melhor maneira possível esta ferramenta fabulosa que Deus nos concedeu, que muito pode produzir em nosso favor quando bem utilizada.
Se você pensa no pior, está atraindo pra si o pior. Está dando condições para que o pior aconteça.
Se você tende a pensar de forma pessimista, tende a ser um derrotado eterno.
De início é difícil controlar alguns pensamentos. Principalmente os que se relacionam ao pessimismo.
Mas chegará a hora em que o pessimista, que se julga um infeliz e esquecido por Deus, entenderá que não existe melhora até que ele pense e HAJA nessa melhora.
Atitude é tudo, inclusive no nosso pensar…
Pessoas que só falam de doenças, de dor, de sofrimento, de morte, vivem mergulhadas em pensamentos negativos, atraindo pra si entidades também infelizes e sofredoras. Entram em um círculo vicioso e caem.
Não sabem ainda da força que seus pensamentos têm sobre seu destino, tanto para a criação de uma vida melhor como para sua própria destruição.
Portanto, não nos deixemos abater por pensamentos infelizes e inferiores!
Criemos ao redor de nós, graças aos bons pensamentos, situações favoráveis à nossa jornada evolutiva.
Vamos viver alimentando sempre o melhor que existe em nós para que esse melhor cresça e se desenvolva criando um ambiente propício ao nosso bem-estar.
Vamos trabalhar positivamente em nossa fábrica de criações interior voltando-a para o bem, para o amor, para a caridade, para o positivo, para a alegria, para o ânimo, para a persistência, para o trabalho, para a fé, para a vontade de viver e para a força na ação, pois depois de tanto PENSAR positivo, é necessário AGIR de forma condizente, criando-se então a forma plena de uma vida mais feliz para nós mesmos e para todos que convivem conosco.
Seu pensamento têm força! Utilize-o a seu favor!

Pense positivo e haja.

(Autor Desconhecido)


22 de junho de 2012

Considerações sobre as aparições de espíritos



As aparições propriamente ditas ocorrem no estado de vigília, no pleno gozo e completa liberdade das faculdades da pessoa. Apresentam-se geralmente com uma forma vaporosa e diáfana, algumas vezes vaga e indecisa. Quase sempre, a princípio, é um clarão esbranquiçado, cujos contornos vão se desenhando aos poucos. De outras vezes as formas são claramente acentuadas, distinguindo-se os menores traços do rosto, a ponto de se poder descrevê-las com precisão. As maneiras, o aspecto, são semelhantes aos do Espírito quando encarnado.
Podendo tomar toda as aparências, o Espírito se apresenta com aquela que melhor o possa identificar, se for esse o seu desejo. Assim, embora não tenha, como Espírito, nenhum defeito corporal, ele se mostra estropiado, coxo, corcunda, ferido, com cicatrizes, se isso for necessário para identificá-lo.
Há os que muitas vezes se apresentam com símbolos da sua elevação, como uma auréola ou asas, pelo que são considerados anjos. Outros carregam instrumentos que lembram suas atividades terrenas: assim um guerreiro poderá aparecer com uma armadura, um sábio com seus livros, um assassino com seu punhal, e assim por diante. Os Espíritos superiores apresentam uma figura bela, nobre e serena. Os mais inferiores têm algo de feroz e bestial, e algumas vezes ainda trazem os vestígios dos crimes que cometeram ou dos suplícios que sofreram. O problema das vestes e dos objetos acessórios é talvez o mais intrigante.
Dissemos que a aparição tem algo de vaporoso. Em alguns casos poderíamos compará-la à imagem refletida num espelho sem aço, que apesar de nítida deixa ver através dela os objetos detrás. É geralmente assim que os médiuns videntes a distinguem. Eles as vêem ir e vir, entrar num apartamento ou sair, circular por entre a multidão com ares de quem participa, ao menos os Espíritos vulgares, de tudo o que se faz ao seu redor, de se interessarem por tudo e ouvirem o que diz. Muitas vezes se aproximam duma pessoa para lhe assoprar idéias, influenciá-la, quando são Espíritos bons, zombar dela, quando são maus, mostrando-se tristes ou contentes com o que obtiverem. São, em uma palavra, a contraparte do mundo corporal.
O Espírito que deseja ou pode aparecer reveste algumas vezes uma forma ainda mais nítida, com todas as aparências de um corpo sólido, a ponto de dar uma ilusão perfeita e fazer crer que se trata de um ser corpóreo. Em alguns casos, e dentro de certas circunstâncias, a tangibilidade pode tornar-se real, o que quer dizer que podemos tocar, palpar, sentir a resistência e o calor de um corpo vivo, o que não impede a aparição de se esvaecer com a rapidez de um relâmpago. Nesses casos, já não é só pelos olhos que se verifica a presença, mas também pelo tato. Se pudéssemos atribuir à ilusão ou a uma espécie de fascinação a ocorrência de uma aparição simplesmente visual, a dúvida já não é mais possível quando a podemos pegar, e quando ela mesma nos seguras e abraça. As aparições tangíveis são as mais raras.

FONTE: Blog Espírita Celeiro de Luz







23 de abril de 2012

Sigo um caminho que é somente meu...






Nunca deixarei que morra em mim
a certeza de ser quem sou, nem a vontade de percorrer o Trilho que escolhi.
Mesmo quando me assola alguma gota de fraqueza e de desânimo, 
bastam pequenos sinais e poucas palavras para renascer a esperança 
de que nenhuma perda é definitiva,

nem nenhuma sentença terrena é um facto consumado.
A passagem por esta vida é muito curta para odiar alguém.
Hoje escrevo no livro da minha vida 
páginas de paz, de amor,  de amizade e de serenidade.
Há muito tempo que fiz as pazes com o meu passado, 
para ele não me estragar o presente.
Deixei de me importar com o que os outros pensam de mim, 
não é da minha conta, 
Sigo um caminho que é somente meu, 
os amigos podem caminhar ao meu lado, 
mas ninguém pode fazer o percurso por mim.


Fonte: O CAMINHANTE









6 de abril de 2012

Explorando Regras da Existência

Vivemos tempos de alertas, sobressaltos. Ventos cruzados, em fúria, fustigam, amedrontam, desgastam e mesmo que tentássemos distanciar-nos da agitação não conseguiríamos. O que toca aos outros, toca-nos a nós porque cada um tem em si a dimensão da condição humana. Não se consegue serenar, os pensamentos dissipam-se, não agarramos o fio condutor das ideias. Pairamos ao sabor da angústia e da esperança. Sabe bem ler Chopra nestes dias turbulentos, junto a ele viajamos em descobertas, explorando regras da existência que nos acalmam e orientam. Aclaram e encantam. 
Lei da Potencialidade: Somos um campo de infinitas possibilidades, que é a essência do nosso verdadeiro ser. Ao entrarmos em contacto com esse manancial ilimitado, podemos criar e realizar tudo que precisamos para a nossa felicidade. Para aceder à sua verdadeira natureza, cultive momentos de silêncio e quietude. Faça meditação, comungue com a Natureza e pratique o não-julgamento: aceite-se a si mesmo e os outros como são.
Lei do Dar e Receber: Estabelece que estamos em constante intercâmbio com o Universo. Dar e receber são aspectos diferentes do fluxo de energia que trocamos com o mundo. O dinheiro que ganhamos, os nossos relacionamentos, o que damos e recebemos das pessoas são exemplos práticos dessa lei. Desenvolva um sentimento de gratidão pelos presentes que a vida lhe dá, pelo pôr-do-sol, pelos amigos, pelo que existe a sua volta. Proponha-se também a dar algo para as pessoas que encontrar: amor, um sorriso, uma palavra amável, um presente. Respire conscientemente. A inspiração e a expiração são exemplos concretos de que doamos e recebemos ininterruptamente. 
Lei do Carma ou da Causa e Efeito: Ensina que devemos estar atentos às nossas escolhas porque as nossas acções geram reacções equivalentes. É a versão hindu do ditado popular: cada um colhe o que planta. Preste atenção às suas escolhas. Ouça o seu coração e verifique se elas causam conforto ou desconforto. Ao tomar decisões, pergunte: Quais serão as consequências dessa escolha para mim? Como afectará os outros?. 
Lei do Menor Esforço: Baseia-se no princípio da não-resistência. Revela que tudo na Natureza flui naturalmente e sem esforço. É assim com o nascer do Sol e o desabrochar de uma flor. Faça as suas acções alcançarem o máximo benefício com o menor esforço. Aceite as coisas como são, em vez de impor a sua maneira de resolvê-las. Não queira controlar as pessoas e os acontecimentos, não se culpe a si mesmo ou os outros pelo que acontece. Todo o problema é uma oportunidade única para transformar sua vida. 
Lei da Intenção e do Desejo: Parte do pressuposto de que os nossos desejos e intenções têm o poder de manifestar o que desejamos. Se quisermos que algo cresça e floresça, devemos colocar nele a nossa atenção. Se não queremos que aconteça, devemos retirar a nossa atenção. Faça uma lista de seus principais desejos e reveja-a diariamente antes de dormir. Entregue-os depois ao Universo – ele se encarregará de manifestá-los. Não deixe que dificuldades e obstáculos dissipem os seus desejos. Assim, as suas acções e desejos serão apoiados pela Inteligência Cósmica. 
Lei do Desapego: Para obter algo na vida, é preciso desapegar-se do resultado. Mantenha firmes a intenção e o desejo, mas deixe o resultado nas mãos do Universo. O apego gera ansiedade e é baseado no medo e na insegurança. As suas acções tem que ser completamente livres e desapegadas dos resultados. Não seja rígida. Acolha as incertezas. Lide com seus medos e inseguranças e cultive a confiança na vida. Inicie cada dia com o sentimento de que ele é um campo fértil para todas as possibilidades. Abra-se a elas.
Lei do Dharma ou do Propósito na Vida: Todas as pessoas têm um propósito na vida, talentos únicos e uma maneira própria de expressá-los. Faça uma lista de suas habilidades e dos seus talentos. Isso a ajudará a ver melhor o seu verdadeiro potencial. Observe as coisas que a deixam feliz e criam harmonia à sua volta. Elas são a expressão de seu dharma e dos seus talentos e isso respeita a Lei Cósmica do Universo. Use-os para servir aos outros. Pergunte-se: Como posso ajudar as pessoas com quem entro em contacto? 
Como sabe Depaak Chopra é autor de inúmeros outros (Saúde Perfeita, A Cura Quântica, Vida Incondicional, Conexão Saúde, O Retorno de Rishi, Mente sem Barreiras, Corpo sem Idade..). As suas palestras e os seus livros misturam a física e a filosofia, o lado material e o espiritual da vida, a milenar sabedoria oriental e a visão científica ocidental. É dele esta definição: O Universo físico nada mais é que o Eu desdobrando-se para experimentar-se como espírito, mente, matéria. As leis físicas do Universo representam esse processo, essa consciência em movimento. Quando compreendemos essas Leis e as aplicamos na nossa vida, qualquer coisa que desejamos pode ser criada, porque essas mesmas Leis que a Natureza utiliza para criar uma floresta, uma galáxia, uma estrela, um corpo humano, podem realizar os nossos desejos mais profundos. 


Olha para este mundo a girar no nada. Isso está dentro do seu poder
(Rumi)


Autora: Maria Elvira Bento (http://brumasdesintra.wordpress.com)

15 de fevereiro de 2012

As curas do Espiritismo



O Espiritismo é ainda procurado pela maioria para a cura do corpo. Qualquer Centro Espírita que tenha um médium curador terá sempre bom público em suas dependências
Vê-se claramente isto quando se comparam Centros que ensinam o Evangelho e a Doutrina Espírita, como prioridades, e as Casas que oferecem vantagens materiais de toda ordem. Sejam os alimentos, os enxovais ou o tratamento da saúde por meio de cirurgias mediúnicas ou remédios fora da medicina tradicional.

É certo que devemos cuidar do corpo porque ele é o templo do Espírito. O que nos causa estranheza é que o Espiritismo ainda não foi devidamente compreendido como a doutrina de libertação do homem pelo conhecimento, conforme explicou Jesus: “conhecereis a verdade e ela vos fará livres”.

No seu apostolado na Terra, em três curtos anos de missionário, Jesus fez pouquíssimas curas de corpos, deixando claro que a cura mais importante é a da alma. Uma alma saudável terá sempre um corpo igualmente sadio.

Embora a cura do corpo sirva como semente para chamamento dos descrentes ou para os que desconhecem os meandros da vida, será sempre importante acompanhar a cura de uma orientação para que o beneficiado compreenda porque se operou nele a oportunidade de melhorar.

As pessoas que só procuram o Espiritismo quando adoecem, porque na maioria das vezes nem praticam esta religião, irão embora logo depois de atendidas e acabarão por adoecer novamente porque não aprenderam a se curar. O socorro imediato, de fora para dentro, não soluciona o problema, porque a doença, o Espiritismo nos explica, é um reflexo do comportamento desregrado da pessoa.
Que Deus abençoe os que curam e os que são curados. Que eles saibam ser agradecidos pela oportunidade de dar e de receber ajuda. Mas seria muito bom se todos os que se beneficiam da cura deixassem de praticar sempre as mesmas coisas porque adoecerão de novo. Sem a modificação da alma o corpo jamais será saudável. E quem veio para curar, cuide para não praticar atos que possam causar, em si próprio, lesões irreversíveis!


Octávio Caúmo Serrano
Jornal “O Clarim” – Maio 2008






1 de janeiro de 2012

Da alma para o coração.





Não sei se o seu tempo na vida vai ser suficiente para você ser e fazer tudo o que deseja. Mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas, se nossa lembrança não desperta saudade no coração dos amigos, se, quando partimos, não deixamos no outro a esperança da nossa volta.

  Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que manifesta a emoção, olhar que acaricia, amor que aquece e fortalece.      E isso não é coisa do outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, gostosa... enquanto durar.

Se você quer amor... ame! Você sabe amar? Sabe respeitar o que lhe contam? Sabe ouvir sem criticar? Sabe aceitar sem restrição?

 Nada preenche o coração, a não ser o Amor, a Amizade. O agasalho aquece o corpo, lindas roupas o embelezam, mas o que aquece a alma, o que faz brilhar o olhar, o que dá vontade de continuar é o Amor... Só o Amor!!!

  Diabnet