15 de junho de 2010

Ação e reação

















Cotidianamente, e em toda parte, observamos situações e ocorrências que nos parecem profundamente injustas. Ao lado da favela onde há tanto sofrimento e miséria encontramos a suntuosa mansão, cujos moradores locupletam-se com tudo que o dinheiro e o prestígio podem proporcionar. A cada instante, nos mais diversos pontos da Terra nascem crianças saudáveis e outras doentias, deformadas, excepcionais e limitadas; enquanto uma parte da humanidade já nasce com inclinações boas, dignas e honestas, outra demonstra desde a mais tenra infância tendências para o furto, a mentira, a hipocrisia, a crueldade, a perversidade etc


O mesmo ocorre com a inteligência, que não é hereditária, porque muitos liminares da ciência e do intelecto eram e são filhos de pais comuns e até mesmo pouco inteligentes, enquanto pais de grande capacidade mental têm gerado filhos limitados. E perguntamos então a nós mesmos por que tantas e tão dolorosas diferenças entre os filhos do mesmo Pai? Se nós, humanos e falíveis, não seríamos capazes de atos tão injustos ou maus para com nossos filhos, como poderia Deus, sendo onipotente, justo, sábio e perfeito, demonstrar tanta incompetência, injustiça e perversidade.


Todavia, a nossa razão diz que não pode ser... que têm de haver outras explicações, caso contrário, deixamos de Nele acreditar e, nessa descrença sofremos o grande vazio que a fuga da fé deixa dentro de nós. A criatura sem fé é como a lâmpada apagada, em meio à escuridão noturna. Mas, felizmente, sempre chega o dia em que tomamos conhecimento da reencarnação e das leis de causa e efeito ou ação e reação, que os orientais chamam karma. Esse conhecimento então nos coloca de bem com a existência e começamos a ver Deus, o universo e os mecanismos da vida sob nova luz. Compreendemos, assim, que já vivemos muitas e muitas existências na matéria, que somos o resultado do que fomos e fizemos em nossas vidas passadas. Entendemos também que Deus não é o responsável pelas nossas inclinações boas ou más, pela nossa inteligência e aptidões, doenças ou sofrimentos. Os responsáveis somos nós mesmos, pela maneira como vivenciamos nossas existências passadas, assim como também a presente.


Tudo o que fomos reflete-se em nossa vida atual. É a lei do retorno que nos devolve pelas mãos da justiça divina, tudo o que fizemos no passado distante ou próximo. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. É preciso, no entanto, observar que o karma não é só negativo, é também positivo. Ele representa nossa conta corrente com a vida, o retorno dos atos bons e maus, das ações e omissões que praticamos ao longo das encarnações e pode mesmo ser atenuado pela prática do bem, pelo amor posto em ação. 


Sempre é oportuno lembrar o que disse o apóstolo: “O amor cobre uma multidão de pecados”. Isto significa que se dedicarmos parte do nosso tempo e possibilidades, tais como o amor, o trabalho, a palavra ou dádivas materiais, visando diminuir o sofrimento do próximo ou a lhe mostrar um novo caminho com mais luz e esperança, nossa própria vida, sendo mais útil aos outros, será também menos sofrida para nós. Essa orientação, aliás, foi dada por Jesus quando disse: “A cada um será dado de acordo com suas obras”.


Também é importante entender que nem todos os sofrimentos são kármicos, porque muitas vezes refletem apenas nossas próprias necessidades evolutivas. A dor é a mensageira divina que desperta em nós os valores imortais do espírito. É ela quem nos acorda e faz sair do marasmo ou da acomodação espiritual. Também é através do sofrimento que mais nos aproximamos de Deus. Acontece, igualmente, que muitos espíritos, ao planejarem suas futuras encarnações, pedem aos mentores para nascerem com defeitos físicos ou outros problemas, visando evitar-lhes maiores quedas espirituais.


Conta o espírito André Luiz, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier) que certa mulher pediu para reencarnar com determinado defeito físico, porque queria preservar-se de tentações e quedas, já que em sua última encarnação fora muito bonita e caíra espiritualmente pelas vias do sexo. Outros espíritos programam suas encarnações de forma a precisarem enfrentar dificuldades diversas, a fim de não terem tempo nem energia para nutrirem vícios ou leviandades prejudiciais, que lhes atrapalharam o progresso em anteriores encarnações.


Nossas faltas, na verdade, e todo o mal que fazemos, ficam marcando presença em nossa consciência profunda e, quando no mundo espiritual, com maior acesso a essas recordações, chega sempre o momento em que sentimos a necessidade de liberar-nos desse peso. Trabalhamos então para merecer nova encarnação na Terra, visando esses resgates, assim como também novos avanços ou ganhos em nossa evolução.


Como se vê, a lei de causa e efeito reflete a perfeita justiça e sabedoria do Criador para com suas criaturas.


Quando sentir-se desalentado, receoso, com aquele medo indefinido que tantas vezes nos assalta, lembra que o medo é uma emoção negativa, que abre canais de acesso a vibrações de baixo teor.


Sugestão:


Respire calma e profundamente algumas vezes, dando a si mesmo um comando para relaxar. Mentalize todo o seu ser cercado por uma luz protetora, cuja fonte está no Criador. Sinta-se protegido, otimista e forte.


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Fonte: mundoespiritual.com 


14 de junho de 2010

RECONSTRUINDO O MUNDO




Uma pergunta ao leitor: Entre uma pessoa que pratica o budismo há dez anos e um espírita que abraça o Espiritismo o mesmo período de tempo, qual delas tende a ter mais serenidade e paz interior? Para que a provável resposta do leitor encontre guarida neste texto, exponho antes um assunto que a substancia.
Os meios de comunicação de todo o mundo têm noticiado constantemente que o Planeta tal qual o conhecemos está sendo destruído, conseqüência da tamanha exploração de seus recursos naturais. Se não preservarmos esses recursos (água, solo, vegetação) estaremos fadados à extinção. Descobrimos que os recursos naturais não são fontes das quais podemos usufruir indiscriminadamente. É preciso que haja maior conscientização e mudança de atitude de nossa parte em relação ao meio ambiente.
Precisamos passar por um processo de reconstrução desse nosso abençoado lar chamado Terra. E esta reconstrução do Planeta só se tornará realidade, se houver mudança na forma de pensar da maioria dos seus habitantes. Como é fato que mudança de pensamento implica em mudança interior, este é o caminho: trabalhar nossa mudança interior. Pois só assim atingiremos a mencionada conscientização, o que nos estimulará e nos obrigará a reconstruirmos nosso Planeta.
É em situação de crise que a oportunidade para nossa transformação interior se faz ainda mais presente. Como a crise mundial aí está, aproveitemo-la. Este artigo tem por base alguns princípios transmitidos por espíritos superiores, dos quais a ciência já comprova sua existência. Para constatar a comunicação com espíritos e a reencarnação, verdades antigas, registradas até mesmo em passagens bíblicas, você deve se despir de preconceitos, ter “olhos para ver” e ousadia para buscar suas incontestáveis provas. Livros de Allan Kardec e de médiuns renomados internacionalmente como Francisco Cândido Xavier e Divaldo Franco, dentre outros, mostram essa realidade de forma inequívoca.
Há também pesquisas atuais significativas sobre comunicação com espíritos, vida após a morte e reencarnação na literatura norte-americana. Por coincidência, o país mais afetado pela crise econômica mundial, que ao mostrar sua fragilidade, tem contribuído sobremaneira para a derrubada do alicerce materialista que tomou conta do mundo.A Doutrina Espírita não veio para destruir religiões. O catolicismo, o protestantismo e tantas outras, não deixarão de existir quando decidirem ter como substratos o aspecto científico e filosófico do Espiritismo. Pelo contrário, a lógica da reencarnação irá enriquecê-las.
Não obstante, nós espíritas tenhamos a possibilidade do estudo contínuo da profunda literatura provinda dos livros de Allan Kardec, abraçando com ênfase o conhecimento espírita, não estamos fazendo dele a nossa redenção espiritual. Encantamo-nos com o conhecimento, mas, com honrosas exceções, esquecemos da prática.

A fraternidade ainda não impera entre os próprios espíritas. Portanto, quem escreve este artigo não provém de um grupo composto de indivíduos espiritualmente desenvolvidos. Mas, sim, de um grupo que tem muito a aprender no quesito “prática” do que estudou e sabe, no entanto, ainda não incorporou esses conhecimentos. Fato que me deixa mais a vontade para escrever, pois faço parte da turma desses “imperfeitos”. Mas que buscam a melhoria pessoal a cada dia!
Alkíndar de Oliveira
(www.alkindar.com.br)

10 de junho de 2010

Como agem os obsessores. Parte III

A primeira coisa que precisamos ter em mente, para melhor compreendermos os mecanismos de ação, utilizados nos processos obsessivos, é que o Obsessor está ligado ao seu desafeto por razoes emocionais, seja por ódio, por desejo de vingança ou até mesmo por sentir-se desprezado ou traído por este, como falamos no artigo anterior.
Dessa forma, tomado pelo ódio, em um simples e automático processo de sintonia vibratória, o Obsessor é atraído, inconscientente, para junto daquele que é o objeto de suas angústias. Basta isso, ou seja, a presença de um espírito carregado de energias profundamente perturbadoras para prejudicar o obsediado.
Ora, a Obsessão Espiritual, ou seja, a perturbação causada por um espírito obsessor, só é possível por que aquele que hoje é a vítima, o obsediado, no passado foi o agressor, foi o motivador do erro. É comum as pessoas chegarem às casas espíritas pedindo para que tirem o obsessor de perto dele, porfque estão com “encosto”… Outros se dizem vítimas de espíritos maus.
Essas pessoas não atinam para o fato de que na vida, na Lei de Deus, nada é por acaso e que a toda ação corresponde uma reação, de mesma força e intensidade, mas de direção contrária. Como diz o ditado: Onde está a dívida e o devedor, ai estará o cobrador. Assim, o Agressor de hoje foi o agredido de ontem. Alguém precisa iniciar o movimento do Perdão e elevar-se, do contrário ambos permanecerão ligados pelo mesmo padrão vibratório, qual seja, o do ódio.

Para obsediar, basta a simples presença do obsessor junto de sua vítima

Como dizíamos a dois parágrafos atrás, uma vez que ambos os seres estão sintonizados pelo mesmo padrão vibratório, aquele que está mergulhado no corpo de carne começará a captar as emissões de ódio do seu perseguidor e, a depender de sua conduta moral e mental, essa captação poderá trazer desordens graves ao funcionamento de seu organismo físico. Muitas dores de cabeça, úlceras gátricas, hipertensão arterial, distonias, angústias, depressões, nervosismos, dificuldades de raciocínio e de avaliação, de resolução de problemas, são daí derivados.
A Síndrome de Pânico, uma dos mais terríveis transtornos mentais de nosso tempo, são causados em mais de 80%, pela presença de um (ou vários) espírito(s) perturbado(s) jungidos ao paciente, que passa a captar o desespero, o medo, o terror e as imagens perturbadoras daqueles sofredores que passam a invadir a sua casa mental. Portanto, o primeiro mecanismo de ação de uma obsessão é a simples presença do obsessor.
Aqui convém um pequeno esclarecimento: Convivendo com médiuns e mediunidade por um bom tempo, podemos dizer com segurança, que muitas pessoas que sofrem de problemas mentais, ditos transtornos, são muitas vezes pessoas dotadas de mediunidade, simplesmente. Além disso, esses mesmos médiuns, por terem uma sensibilidade espiritual tão grande, muitas vezes não estão sendo obsediadas. Pelo menos não o estão propositalmente. O que ocorre é que muitos espíritos sentem-se atráidos, inconscientemente, para junto desses sensitivos, por se sentirem um pouco melhor ao lado delas. Dessa forma, aquela pessoa, dotada de sensibilidade mediúnica, passa a captar o campo vibratório do pobre sofredor espiritual e, claro, refletir em seu organismo aquela perturbação.
O que nos leva a sempre recomendar: Você é médium?  Então frequente com regularidade uma casa espírita e dedique-se, com amor, à tarefa de socorro aos espíritos necessitados.


                                                                  

6 de junho de 2010

Obsessão Espiritual. Parte II






Uma vez que definimos o que significa Obsessão Espiritua vamos agora falar de como ela se origina e quais são as motivações que levam um espírito, comumente chamado de Obsessor, a perseguir alguém.

Há alguns anos, trabalhando em uma sala mediúnica, no Centro Espírita Caminhando para Jesus, na cidade do Recife, iniciamos um diálogo com um espírito que havia sido trazido pelos benfeitores espirituais da casa, para que tentassemos ajudá-lo. Aquela noite era especialmente reservada ao tratamento da Desobsessão.
Desobsessão é o tratamento espiritual e material, realizado nas casas espíritas, visando ajudar não só o sofredor encarnado mas, também, o sofredor desencarnado, chamado obsessor, também merecedor da misericórdia do Pai Celestial.
O irmão que estava à nossa frente mostrava-se irritado, revoltado e arredio. Entretanto, graças à intuição de nossos amigos espirituais, sentimos que havia cansaço naquela criatura. Cansaço de tanta luta e perseguição. E foi por ai que começamos o diálogo, perguntando:
- Amigo, há quanto tempo você está perseguindo essa pessoa? – Perguntei.
- Não sei. Não tenho a menor idéia. Faz muito tempo. Quando eu morro, ele me persegue. Ai, quando eu morro, ele reencarna, e ai é a minha vez!
- Compreendo. Mas, tente lembrar-se o ano em que tudo isso começou, considerando que estamos em 2001 (foi essa a época desse relato).
Ajudado pelos amigos espirituais, e com grande dificuldade, após algum tempo ele falou:
- Outubro. Outubro. Outubro de 1278!…
-Amigo, você está preso nessa luta inglória há mais de 700 anos! Será que já não basta!? Estamos em setembro de 2001…
- A informação causou-lhe grande choque. Após alguns minutos de reflexões, aceitou a ajuda dos trabalhadores da casa que o conduziram a uma colõnia espiritual, encerrando assim, uma obsessão secular.
E o motivo?...  Ele já não sabia...
Relatamos essa história como ilustração do que queremos dizer
  • Muitas obsessões podem durar séculos
  • Muitas obsessões se originam por traições: entre amigos, desertores de seitas, mulheres infiéis, maridos que enganam suas esposas. Nesses casos, os espíritos que se sentem traídos buscam, através do tempo, vingar-se de suas traidores me dolorosos processos de perseguição.
  • Obsessões também se iniciam por humilhações. Quantos chefes, gerentes e donos de empresas, valendo-se da bobagem de uma situação hieráquica de poder, sempre passageiro, não humilham seus comandados, seus empregados?
  • São os humilhados de hoje que, infelizemente, acabam algumas vezes, por tornarem-se os obsessores de amanhã.Obsessões também têm origem no sexo desvairado, em cumplices de vicios, em seres enlouquecidos pela paixão, acreditando que AMAM determinada pessoa e ela o pertence.A obsessão causada pelo “amor” enlouquecido é tão terrível e angustiante quanto aquelas causadas pelo ódio.
Enfim, na gênese, na origem da obsessão espiritual, há sempre alguém que sentiu agredido, roubado, traído, humilhado ou até mesmo preterido. Esse ser, sentindo-se vitimado busca vingança. E mais intensa e covarde é a vingança quando a criatura desencarna, por que já não pode mais ser visto e assim, pode perturbar, influenciar, agredir, sem que se de conta de sua nefasta presença.
É por isso que reafirmamos: Quando a humanidade compreender que há uma vida espiritual, que não morremos e, principalmente, continuamos interagindo com a vida física, mesmo após a morte, a Medicina irá revolucionar os seus tratamentos e o nosso planeta poderá avançar um pouco mais, na direção de seu progresso na equação celeste, diminuindo a dor e promovendo a alegria verdadeira,  estimulando o progresso e a bondade dos homens, em nosso planetinha tão difícil.

Obsessor – Quem é este ilustre desconhecido?

É muito comum encontrarmos pessoas que vão às casas espíritas buscar ajuda, dizendo-se vítimas de espíritos maus que os estão perseguindo. Isso parece lógico para quem faz tal afirmativa. Ora, ela está sendo perseguida, logo, é a vítima. E se um espírito está está prejudicando ela, então ele é mau, é ruim…
Será que as coisas são tão simples assim? Será que nós somos sempre as vítimas, os inocentes e os espíritos que nos perseguem são sempre os bandidos, os maus da história? A resposta é um sonoro não. Nós, espíritas, evitamos chamar o obsessor de “espírito mau”. Da mesma forma que evitamos chamar o obsediado de “vítima”.
Os termos que usamos para designar o Obsessor são: Espírito atrasado, ignorante, perturbado. O motivo disso está, em última instância, na chamada Lei de Ação e Reação que estabele que cada ação irá gerar uma reação. Assim, a “vítima” de hoje normalmente está sofrendo a reação de suas ações cometidas no passado, contra aquele espírito que a persegue nos dias de hoje. Não seria justo dizer de uma pessoa que fez mal a outra que ela é uma vítima, só porque está sendo perseguida hoje pelos erros que praticou no passado.
Por outro lado, nem todo espírito obsessor é verdadeiramente mau. Ao contrário, a grande maioria de obsesores não passam de criaturas que foram profundamente agredidas no passado e,  não tendo condições espirituais nem emocionais  para perdoar seus carrascos, cristalizaram o ódio de tal forma dentro de si que,  após morrerem, buscaram vingança.
Os obsessores são, na maioria das vezes, espíritos em busca de vingança. Não são seres à parte da Criação nem diabos ou demônios. Longe disso, são seres humanos como todos nós, com sentimentos, emoções, aspirações, desejos, famílias, entes queridos e tudo o mais. O fato de estarem desencarnados, sem as limitações que o corpo físico impõe, é o que lhes dá liberdade para agirem e se locomoverem pelo espaço e principalmente, junto de seus desafetos.
Pessoas que tiveram seus sonhos de amor destroçados, criaturas que foram assassinadas ou torturadas, esposas que foram humilhadas por seus maridos, homens traídos por suas mulheres, filhos maltratados por seus pais, amigos que enganaram aos seus pares, escravos animalizados por seus senhores de engenho, e mais um sem número de seres humanos engrossam o contingente dos que foram agredidos ontem e se tornaram os obsessores de hoje.
A vida quase sempre nos  permite escolher. Às vezes preferimos cultivar o ódio e o desejo de vingança e nos esquecemos que o melhor caminho seria o perdão e a busca pelo esquecimento do mal sofrido. Quando perdoamos aquele que nos fez mal, estamos lucrando duplamente. Primeiro, nos permitimos seguir em frente e não ficamos presos em momento de nossas vidas, que logo se tornará passado e, segundo, evitamos cultivar as energias densas e cancerígenas do ódio, que nunca traz nada de bom para ninguém.
A pessoa, qualquer pessoa, que foi prejudicada por outrem e que opta pelo desespero, pelo ódio e pela vingança, é um candidato potencial a se tornar um Obsessor após a sua morte. Na outra ponta temos que qualquer pessoa que faça o m outrem, seja ele que for, é um potencial candidato a tornar-se obsediado em um futuro breve ou distante, a não ser que a pessoa ofendida tenha perdoado, sinceramen quem a ofendeu. ainda em vida, esquecendo o mal entendi


 Ylen Asor (http://espirito.blog.br )








                                                              


2 de junho de 2010

Obsessão - O que é isso?






Uma das contribuições mais importantes do Espiritismo à Humanidade, sem nenhuma dúvida, foi o esclarecimento de que existe um fator, de enorme influência sobre os seres humanos, chamado Obsessão Espiritual.

A Obsessão Espiritual é a influência que os espíritos exercem sobre os seres humanos. Bem, como os espíritos também são seres humanos, nós, espíritas, preferimos designar as pessoas que estão vivendo neste planeta, e usando um corpo carnal, um corpo de carne, de Encarnados. Assim, nós somos seres encarnados e os espíritos, seres Desencarnados, pelo motivo óbvio de não usarem um corpo de carne… Dessa forma, podemos melhorar a nossa definição de obsessão, ficando assim:
Obsessão Espiritual é a influência que os espíritos exercem sobre os encarnados. Essa influência manifesta-se de dezenas, centenas de maneiras diferentes. Algumas vezes, o obsediado,isto é, a pessoa que está sendo influenciada, passa a sentir mal-estar físico, muitas vezes dores de cabeça, indisposição, irritação sem motivos aparentes ou impaciência, de curtas durações.
Outras vezes, essa influência passa a se prolongar, ou intensificar-se. Muitas enxaquecas, quando não têm causas orgânicas, físicas, detectáveis, são causadas pela presença agressora de espíritos obsessores.
O que era apenas um irritação momentânea passa afetar o comportamento da pessoa, alterando até mesmo o seu sistema nervoso. Não raro, o obsediado passa a valer-se de medicamentos calmantes, ansiolíticos (para amenizar a ansiedade) e outras drogas prescritas por médicos que “diagnosticam” o problema: Estresse

Sob o nome de Estresse, que é de fato uma doença do mundo moderno, esconde-se muitas vezes, uma infinidade influenciações espirituais.
A obsessão espiritual não afeta, apenas, o sistema emocional dos encarnados. Muitas vezes essa influência estende-se ao corpo físico, gerando dolorosos processos de impossível diagnóstico pela medicina materialista, dita científica.
Podem ser causadas por Obsessão Espiritual: Alergias, Inflamações articulares, descalcificações ósseas, câncer, tuberculose, necroses, depressão (em um número impressionante de casos), idéias suicidas, diarréias, vômitos, sangramentos, estrangulamento da vesícula, disfunções eréteis (no homem), frigidez (na mulher), etc.
Dentre as moléstias citadas acima, merece especial atenção a Depressão. Milhões de pessoas em nosso planeta Terra sofrem dessa terrível patologia, representando um enorme desafio à medicina, uma vez que pouco se sabe, ainda, como ela nasce e, principalmente, qual o meio realmente eficaz de curar um paciente depressivo.
O Espiritismo tem muito a ajudar a Humanidade neste campo, uma vez que explica, de forma clara e sem margem a duvidas, o fator causal das depressões ditas “sem causas orgânicas”. É a obsessão espiritual responsável por grande parte da depressão no mundo, uma vez que os maus espíritos perturbam o funcionamento das conexões sinápticas do sistema nervoso, impedindo o seu funcionamento correto e dificultando a produção de serotonina, dopamina e outros neurotransmissores. Dessa forma, carente de elementos mentais vitais, o obsediado passa a apresentar apatias, desinteresse, desmotivação e, inúmeras vezes, infuenciado pela presença maléfica dos maus espíritos, agredindo-o contínua e impiedosa, passa a alimentar idéias suicidas, sendo levado a acreditar que esse seria o caminho para “acabar” com aquele sofrimento.
Antes de concluirmos este post/artigo, precisamos dizer que o melhor remédio para combater a influência dos maus espíritos, a Obsessão Espiritual, é a prece a Deus e o exercício da caridade, o auxílio no limite das forças, aos nossos semelhantes necessitados de ajuda. Agindo dessa forma, o obsediado passará a gerar um campo magnético que anulará a ação dos maus espíritos, ao passo em que atrai a simpatia dos bons amigos espirituais para nos ajudar a nos defendermos do mal.
Como o objetivo deste blog é o de esclarecermos, da forma mais didática possível, a realidade do mundo espiritual, continuaremos nos próximos artigos a abordagem sobre a obsessão espiritual, falando sobre suas origens, mecanismos de atuação e as formas de tratamento preconizadas por Allan Kardec, o Codificador, o Organizador, do Espiritismo.
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Autor: Ylen Asor. (http://espirito.blog.br/)