24 de junho de 2010

Os sintomas de uma obsessão



Como saber se estamos passando por um processo obsessivo? Através de uma observação de algumas situações. Quando um obsessor passa a ocupar o nosso campo mental, passamos a vivenciar algumas alterações em nossos pensamentos, que irão alterar nossas atitudes e comportamentos. Comumente, essa influência passa a atingir algumas pessoas ao nosso redor, que são usadas pelo obsessor para nos desestabilizar.
Com o objetivo de ajudar a se estamos passando por uma obsessão, ou não, relacionamos os principais sintomas que indicam com grande segurança se estamos enfrentando um quadro desses. Caso a pessoa se enquadre em algum desses itens, sugerimos procurar um centro espírita bem orientado e buscar o tratamento de desobsessão espiritual.
  • Choro fácil. Há pessoas que são naturalmente emotivas. Não nos referimos a elas. Choro fácil aqui está relacionado com o estado de ânimo da pessoa, que tende a chorar com facilidade por contrariedades ou situações de menor valor.
  • Irritabilidade. A obsessão espiritual acarreta comumente uma irritabilidade no obsediado, pela assimilação das energias desagradáveis do obsessor em seu campo mental.
  • Ataques de explosão emocional. Esse é um indicativo de descontrole emocional. Muitas vezes as pessoas ficam surpresas com o seu próprio comportamento, sem compreenderem exatamente porque explodiram de tal maneira com algo que, nas maioria das vezes, não tinha tanta importância.
  • Sentir calafrios. Caso a pessoa não esteja com nenhum problema de saúde, como deficiência de vitaminas ou algo assim, sentir calafrios torna-se um importante sintoma indicativo de obsessão.
  • Pensamentos recorrentes de fracasso. Uma coisa que o obsessor faz, com muita frequência, é bombardear a mente do obsediado com mensagens de fracasso, de derrota, visando minar, destruir a auto-estima da pessoa. Quanto mais a pessoa aceitar esses pensamentos derrotistas, mais espaço o obsessor encontra na vida da pessoa. Temos que lutar contra isso, substituindo os pensamentos ruins por pensamentos bons e orando, sempre e bastante, com fé para que tudo passe.
  • Ideações suicidas. A imensa maioria dos obsessores adoraria que a pessoa se suicidasse, porque o corpo físico é uma barreira para eles. Por isso, eles bombardeiam a mente de suas vítimas com idéias de suícidio. A maneira mais efetiva de reagir a isso é esclarecer-se sobre o suicídio, compreendendo quee matar-se é abrir a porta a terríveis sofrimentos e, por outro lado, elevar o pensamento a Deus em prece, rogando forças e auxílio, que sempre virá.
  • Sucessão de dificuldades financeiras. Um campo muito atacado pelo obsessor, já que desestabiliza muita gente, como é natural. Quando se trabalha honestamente, com seriedade, é natural que os resultados apareçam. Dificuldades surgem e são naturais. Entretanto, dificuldades persistentes ou coisas dando errado em série, é um sinal de alerta para processos obsessivos presentes.
  • Ouvir vozes. Esse sintoma também está presente na Esquizofrenia, por isso muitos psiquiatras acreditam que quem ouve vozes é esquizofrênico. Não é verdade em todos os casos. Na obsessão espiritual muitas vezes a pessoa passa a ouvir vozes. Muitos casos de Esquizofrenia nada mais são do processos de obsessão espiritual. E têm cura! Comumente, após o tratamento de desobsessão espiritual, as vozes cessam e não voltam nunca mais. Aliás, muitos esquizofrênicos são apenas obsediados espirituais e, caso fossem tratados na casa espírita, ficariam curados. Claro que a esquizofrenia existe, mas também é claro, para nós espíritas, que há mais obsediados do que esquizofrênicos propriamente dito.
  • Ver vultos. Quando a pessoa está obsediada, ao menos momentaneamente, há a percepção de alguns fenômenos mediúnicos, motivados pela presença do obsessor. Isso não significa que a pessoa é medium, mas indica que está havendo uma perturbação no campo espiritual da pessoa.
Esses não são todos os sintomas possíveis que indicam um quadro de obsessão, entretanto, a presença de um ou mais dos que relacionamos aqui, devem servir de alerta para que se procure ajuda espiritual em uma casa espírita bem orientada.

  
                                                    

21 de junho de 2010

Os Sensitivos

 Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.

Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras. 

Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.

Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.

Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza
 “Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.

 “Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos.

Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica. “É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.

Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.
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Fonte de informação: Livro dos Médiuns

                                            

Médiuns sensitivos

Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.

Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.

Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.

Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.

Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza.

“Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.

“Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos.

Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica. “É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.

Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.

Fonte de informação: Livro dos médiuns


Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.
Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras. Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.
Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.
Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza. “Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.
“Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos. Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica.
“É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.
Fonte de informação: Livro dos médiuns


19 de junho de 2010

Entre o sagrado e o profano



Em tempos onde a Filosofia e a busca por sabedoria estão em alta, onde as religiões começam a ser respeitadas ou conscientemente desprezadas em seus pontos de vista, ouve-se muito falar de questões mais elevadas que envolvem a sexualidade humana. Muitas dúvidas sobre o comportamento sexual estão latentes e buscam esclarecimento para o que pode ou não comprometer nossa dignidade e nossa evolução moral, intelectual e espiritual. Bom isso não é? Elevação através de uma preocupação com o que se faz com o corpo e com a alma perante a necessidade carnal e energética de fazer sexo? Preocupação e lembrança de sermos bem mais que animaizinhos seguidores de seus instintos o que em uma visão muito errônea se baseiam algumas pessoas para praticarem sexo sem “pé e nem cabeça”. Os animaizinhos ainda são melhores que nós neste sentido.
Pois é, finalmente o homem, depois de muitas voltas retornou a este ponto. Ainda não podemos afirmar que esta é uma questão comum, discutida em rodinhas de amigos, mas já é bem expressivo o posicionamento de algumas pessoas de meio mais elevado, no tangente às maneiras de encarar o comportamento sexual do ser humano.
Intrínseco à fertilidade e ao prazer, o sexo pode ser um impulso para a evolução da alma. O importante é dominar este poderoso instinto de vida e conseguir canalizar a energia para você e para este fim. Sexo e espiritualidade, conforme nos conta a história, compartilharam os redutos da alcova de forma complicada. Ao mesmo tempo em que compunha ritos sexuais de algumas religiões, noutros procuravam suprimi-la, tolhendo sua expressão. Ainda hoje muitas religiões pregam a sublimação das necessidades sexuais ou sua canalização para formas socialmente admitidas, como o matrimônio.
Contradizendo este conceito de inserir a alma aos preceitos da igreja e o corpo à cama, o sexo sagrado é um caminho que propõe a experimentação da união da sexualidade com a divindade. A sexualidade sagrada intensifica o crescimento da alma trilhando caminhos através da mudança comportamental de cada indivíduo concebida por uma nova consciência sexual.
Os rituais de sexo sagrado foram uma prática comum em diversos povos por quase um milênio e exaltavam as Deusas personificadas pelas prostitutas ou sacerdotisas do templo que emprestavam seus corpos aos homens para quem elas deveriam dançar sensualmente, se perfumar, e deitar com seu amante no leito, onde manteriam relações sexuais até atingirem o êxtase amoroso, a verdadeira porta para encontrar o divino.
Na tradição tântrica da Índia antiga, a energia sexual era vista como uma ferramenta para o desenvolvimento humano e elegemos a visão do tantra para tratar desse assunto aqui com vocês por compor uma filosofia que muito nos alegra e da qual detemos um bom conhecimento. Existem outros aspectos, é claro. Poderíamos citar o Taoísmo que também cuida do assunto com a maior delicadeza, mas sigamos através do Tantra que é belíssimo.
No Tantrismo, Shiva (o homem), “não copula com uma vagina, mas se une a um ser integral, à mulher psíquica, física e cósmica, ou seja, à encarnação da Deusa Shakti”. A energia sexual flui dos órgãos sexuais e caminha por todo o corpo, cada célula deve vibrar e, assim, despertar a energia Kundalinî que dorme enrolada na base da nossa coluna vertebral (representada por uma serpente). Para os hinduístas, Kundalinî é a energia criativa que está na nossa consciência. Quando estamos impregnados desta energia criativa, então estamos vivendo plenamente nosso potencial. Este é o princípio do Tantra Yoga. Não admira que o êxtase sexual seja considerado um estado alterado de consciência! O sexo é uma meditação a dois e qualquer ato sexual, um acontecimento sagrado.
Sexualidade e espiritualidade são inseparáveis no hinduísmo. Entoar mantras para uma deidade será algo sagrado? E o ato sexual, o Maithuna, será algo profano? O que é Profano e o que é Sagrado? Para os hinduístas é muito mais profano realizar um ritual mecânico, diante de uma imagem que adorar a Shakti na comunhão dos corpos.
Os conhecimentos acerca da sexualidade sempre participaram da cultura e da educação do povo da Índia antiga, que lamentavelmente sofreu grande impacto por causa da influência ocidental ao ser influenciado pelo rigor moral cristão (e acho que Cristo nunca disse nada disso e nem dessa maneira), onde o sexo era visto como obra do demônio, e a mulher uma feiticeira sujeita à fogueira, no mesmo fogo que acende o desejo nos homens. É fato que a abordagem e o parâmetro da orientação sexual da Índia hinduísta está muito além daquilo que o limitado Ocidente vê.
Quando Vatsyayana recitou os sagrados Sutras, passando os ensinamentos dos Sastras, através do Kama Sutra, ele deu amplo enfoque filosófico, bem como respeitou os costumes sociais vigentes, além de apresentar, na prática, um tratado de psicologia. Infelizmente, não podemos negar que os ensinamentos destas filosofias milenares foram muito deturpados e seus textos preciosos reduzidos a manuais de posturas sexuais. Que pena, muito embora esta fantástica Arte do Sexo venha sendo praticada há milênios não apenas na Índia, mas na China e no Tibet, aqui no Ocidente ela é vista somente como um fetiche sexual capaz de magicamente proporcionar mega orgasmos, fim ultimo de todo envolvimento íntimo de quem não se interessa por nada além do exatamente palpável.
O tantrismo autêntico nos oferece um panorama de possibilidades que não encontram equivalentes na nossa sociedade secular moderna. O tantrismo, ou tantra, mostra que o desejo sexual não pode simplesmente ser situado no orgasmo nem sublimado na filosofia e na arte, e pode ser transmutado até chegar a um ponto em que toda mente corpórea fica ao mesmo tempo erotizada e transcendida. Feuerstein, Georg – A Sexualidade Sagrada – Ed. Siciliano – Pag. 166
Sob esta ótica podemos afirmar que, mesmo que profano, mas cercado de boas intenções onde o prazer se mistura à possibilidade de uma felicidade a dois, não importa se para sempre ou não, esta energia ainda pode ser aproveitada no contato sexual. Profano no sentido de rotineiro, obrigatório, sem propósito maior, feito porque tem que ser feito. Sexo Profano no sentido da não consciência do que possa ser Sagrado. Mas, Deus recebe em seus braços as crianças, os pobres e os ignorantes.
Entretanto, no sexo irresponsável, aquele que transgride o próprio homem no que ele concebe como certo e errado, aquele que violenta sonhos, que destrói esperanças, que quebra ilusões, que fere almas, que dilacera corpos, que petrifica corações, que balança os valores perenes, este que consideramos promíscuo, ao contrario do que se pensa, não canaliza de forma alguma energias positivas, muito pelo contrário, compromete grandemente o fluxo enérgico em quem o pratica, acelerando a perda do fluido vital e levando estes seres à imbecilidade, à velhice e a morte física precoce com sérios comprometimentos em sua evolução espiritual.
É uma visão, pode ser apreciada ou não, apoiada ou não, admitida ou não.
Namastê.
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Autora: Jussara Hadadd é Filósofa e Terapeuta Sexual Feminina


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