29 de junho de 2010

Os Terríveis Perigos da Brincadeira do Copo

A brincadeira do copo consiste na evocação dos espíritos através dos movimentos e um recipiente qualquer, como um botão, uma pedra ou um copo. Entretanto, tudo que envolve essa brincadeira não tem o significado que parece, a começar pelo termo “brincadeira”.. Ao contrário do que se possa imaginar, essa atividade nada tem de lúdica representando, na verdade uma coisa grave e extremamente perigosa.
Evocar espíritos através da brincadeira do copo pode trazer graves consequências. Não se deve, em hipótese alguma, tentar realizar essa brincadeira sob pretexto algum. As consequências são terríveis, o que siginifica dizer que os participantes correm o sério risco de verem-se presos de obsessões tenazes que podem levá-los à depressão, a problemas nervosos, dor-de-cabeça extrema, problemas neurológicos e até ao suicidio!
Agora que já alertamos sobre as terríveis consequências que a brincadeira do copo pode causar à vida dos incautos, passaremos a detalhar em que consiste, como funciona e porque é tão grave o seu exercício. A primeira coisa a se falar é que, da mesma forma que temos aqui na Terra, vagabundos, desocupados e marginais, também os temos no plano espiritual. As pessoas que se aventuram a fazer a brincadeira do copo, buscam respostas para questões levianas, como descobrir se o namoro vai dar certo, se algum negócio pode se concretizar, entre outras tolices. Ao fazerem a evocação aos espíritos, eles atendem. Mas, os espíritos que se dispõem a participar de brincadeiras levianas são espíritos naturalmente de ordem inferior, já que nenhum espírito sério e moralizado o faria.
De qualquer forma, o fenômeno só é possivel quando, no grupo que está participando da aventura, existe alguma pessoa que possua alguma capacidade de doação fluídica, ou falando de outra forma, alguma pessoa que seja dotada de alguma mediunidade, por mínima que seja. Isso não é difícil de acontecer e Allak Kardec já nos alertava que a mediunidade não é caracteristica de uma minoria. Um vez evocados, os espíritos levianos, zombeteiros e irresponsáveis atendem ao chamado e passam a utilizar-se dos fluidos colhidos dos participantes, impulsionando o copo dentro do círculo, apontando letras e formando palavras com as respostas.
Espíritos desocupados e perversos estão por toda a parte. Uma vez evocados, apresentam-se com facilidade, trazendo danos muitas vezes irreparáveis aos incautos evocadores. Muitas pessoas maravilham-se de obterem contato com os espíritos através desse meio. É uma atitude ingênua, para dizer o mínimo. Os espíritos existem desde sempre e povoam todo o universo. Estão ao nosso lado em nossas atividades diárias e com eles nos encontramos todas as noites, ao nos desligarmos do corpo físico através do sono. Eles interagem conosco o tempo todo, seja através de uma intuição, de um pensamento, ou mesmo de algum evento inesperado. Então, porque o deslumbramento? Não há motivos.
Outro ponto a ser abordado é que, nós, Espíritas, não aconselhamos as reuniões de evocações em locais que não possuam um grande amparo espiritual, tal como ocorre num Centro Espírita. Isso porque os riscos de se fazer reunião mediúnica em nosso lar é muito grande, já que ao evocar algum espírito, não teremos nenhuma garantia que em vez dele não virá uma entidade pesada e mal-intencionada, que pode trazer danos irreparáveis aos participantes. Isso jamais ocorreria em uma Centro Espírita porque nela há proteção e organização, impedindo o acesso de criaturas mal-orientadas.
Quando alguém tenta obter respostas sobre o que ocorrerá no futuro evocando os espíritos, certamente encontrará espíritos de péssima estirpe a assessorá-los. Nenhum espírito que possua conhecimento do futuro, e só o possuem os espíritos elevados, irá transmitir essa informação a nenhum desencarnado, a não ser em situações especialíssimas. Jamais o faria em situações de vulgaridade. O lugar deles será ocupado por criaturas irresponsáveis e, mais das vezes, com interesses muito particulares. Naturalmente, criaturas assim não estão serviço da caridade e sim em proveito próprio. Uma vez dadas as informações solicitadas pelos ingênuos participantes, será a vez da cobrança pelos ’serviços’ oferecidos…
E, aqui, temos notícias muito tristes em nossos anos de labuta na seara espírita. Sabemos de pessoas que após terem participado da brincadeira do copo passaram verem-se presas de depressão, outras de síndrome do pânico, terceiras enfrentaram pesadelos atrozes por muitos meses e uma outra passou a ter compulsão pelo sexo desregrado, sem condições de controle. O que ocorreu neste caso em particular foi que a entidade era profundamente viciada no comércio carnal quando encarnada e, ao encontrar alguém que pôde servir de veículo para que ele novamente pudesse sentir as sensações do corpo, passou a imantar-se a ela, já que considerava que aquele deveria ser o pagamento pelos seus ‘préstimos’ na brincadeira do copo…
O sábio autor Hermínio Correia de Miranda cita em uma de suas muitas obras, o caso de alguns jovens que enveredaram pelo suicídio, um a um, após uma fatídica noite em que tiveram a infeliz idéia de fazer tal brincadeira. Resumimos este post concitando a todos que o leiam para que atentem para os graves riscos de tal empreitada, e até divulguem o conhecimento que agora são possuidores, uma vez que podem preservar muitos de enveredarem por caminhos tão dolorosos, qual seja a obsessão espiritual provocada pela brincadeira do copo.
Caso haja alguém que esteja sob processo obsessivo, aconselhamos o seu imediato atendimento em uma casa espírita bem orientada para tratamento de desobsessão espiritual.
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Publicado por Ylen Asor

24 de junho de 2010

Os sintomas de uma obsessão



Como saber se estamos passando por um processo obsessivo? Através de uma observação de algumas situações. Quando um obsessor passa a ocupar o nosso campo mental, passamos a vivenciar algumas alterações em nossos pensamentos, que irão alterar nossas atitudes e comportamentos. Comumente, essa influência passa a atingir algumas pessoas ao nosso redor, que são usadas pelo obsessor para nos desestabilizar.
Com o objetivo de ajudar a se estamos passando por uma obsessão, ou não, relacionamos os principais sintomas que indicam com grande segurança se estamos enfrentando um quadro desses. Caso a pessoa se enquadre em algum desses itens, sugerimos procurar um centro espírita bem orientado e buscar o tratamento de desobsessão espiritual.
  • Choro fácil. Há pessoas que são naturalmente emotivas. Não nos referimos a elas. Choro fácil aqui está relacionado com o estado de ânimo da pessoa, que tende a chorar com facilidade por contrariedades ou situações de menor valor.
  • Irritabilidade. A obsessão espiritual acarreta comumente uma irritabilidade no obsediado, pela assimilação das energias desagradáveis do obsessor em seu campo mental.
  • Ataques de explosão emocional. Esse é um indicativo de descontrole emocional. Muitas vezes as pessoas ficam surpresas com o seu próprio comportamento, sem compreenderem exatamente porque explodiram de tal maneira com algo que, nas maioria das vezes, não tinha tanta importância.
  • Sentir calafrios. Caso a pessoa não esteja com nenhum problema de saúde, como deficiência de vitaminas ou algo assim, sentir calafrios torna-se um importante sintoma indicativo de obsessão.
  • Pensamentos recorrentes de fracasso. Uma coisa que o obsessor faz, com muita frequência, é bombardear a mente do obsediado com mensagens de fracasso, de derrota, visando minar, destruir a auto-estima da pessoa. Quanto mais a pessoa aceitar esses pensamentos derrotistas, mais espaço o obsessor encontra na vida da pessoa. Temos que lutar contra isso, substituindo os pensamentos ruins por pensamentos bons e orando, sempre e bastante, com fé para que tudo passe.
  • Ideações suicidas. A imensa maioria dos obsessores adoraria que a pessoa se suicidasse, porque o corpo físico é uma barreira para eles. Por isso, eles bombardeiam a mente de suas vítimas com idéias de suícidio. A maneira mais efetiva de reagir a isso é esclarecer-se sobre o suicídio, compreendendo quee matar-se é abrir a porta a terríveis sofrimentos e, por outro lado, elevar o pensamento a Deus em prece, rogando forças e auxílio, que sempre virá.
  • Sucessão de dificuldades financeiras. Um campo muito atacado pelo obsessor, já que desestabiliza muita gente, como é natural. Quando se trabalha honestamente, com seriedade, é natural que os resultados apareçam. Dificuldades surgem e são naturais. Entretanto, dificuldades persistentes ou coisas dando errado em série, é um sinal de alerta para processos obsessivos presentes.
  • Ouvir vozes. Esse sintoma também está presente na Esquizofrenia, por isso muitos psiquiatras acreditam que quem ouve vozes é esquizofrênico. Não é verdade em todos os casos. Na obsessão espiritual muitas vezes a pessoa passa a ouvir vozes. Muitos casos de Esquizofrenia nada mais são do processos de obsessão espiritual. E têm cura! Comumente, após o tratamento de desobsessão espiritual, as vozes cessam e não voltam nunca mais. Aliás, muitos esquizofrênicos são apenas obsediados espirituais e, caso fossem tratados na casa espírita, ficariam curados. Claro que a esquizofrenia existe, mas também é claro, para nós espíritas, que há mais obsediados do que esquizofrênicos propriamente dito.
  • Ver vultos. Quando a pessoa está obsediada, ao menos momentaneamente, há a percepção de alguns fenômenos mediúnicos, motivados pela presença do obsessor. Isso não significa que a pessoa é medium, mas indica que está havendo uma perturbação no campo espiritual da pessoa.
Esses não são todos os sintomas possíveis que indicam um quadro de obsessão, entretanto, a presença de um ou mais dos que relacionamos aqui, devem servir de alerta para que se procure ajuda espiritual em uma casa espírita bem orientada.

  
                                                    

21 de junho de 2010

Os Sensitivos

 Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.

Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras. 

Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.

Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.

Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza
 “Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.

 “Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos.

Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica. “É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.

Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.
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Fonte de informação: Livro dos Médiuns

                                            

Médiuns sensitivos

Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.

Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.

Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.

Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.

Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza.

“Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.

“Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos.

Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica. “É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.

Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.

Fonte de informação: Livro dos médiuns


Os Médiuns sensitivos são também chamados de Médiuns impressionáveis: Denominam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, sensação que elas não podem explicar.
Esta variedade não apresenta caráter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente sensitivos, sendo assim a sensitividade é mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras. Difere da sensitividade puramente física e nervosa, com a qual é preciso que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.
Esta faculdade se desenvolve pelo hábito e pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do Espírito que lhe está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece, por um certo não sei quê, a aproximação de tal ou tal pessoa. Torna-se, com relação aos Espíritos, verdadeiro sensitivo.
Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito, ao contrário, é penosa, angustiosa, desagradável. Há como que um cheiro de impureza. “Algumas pessoas manifestam desequilíbrios de natureza variada, que são confundidos com mediunidade. Para desenvolver a sensitividade, ou buscar entendimento para fenômenos “de outro mundo”, em geral recomenda-se buscar assistência de um praticante ou centro espírita.
“Os sensitivos desenvolvem a percepção dos fenômenos com muito estudo”, afirma Wlademir Lisso, do departamento de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo. O espiritismo encara a mediunidade como prática, embora os sensitivos sejam aceitos em diversas religiões, como a católica, que admite a existência de milagres, e a budista tibetana, que determina sua linhagem de lamas a partir da observação de características sensitivas nos indivíduos. Já a psiquiatria convencional não explica essa e outras manifestações de paranormalidade e, diante delas, pode fazer diagnósticos de ordem patológica.
“É uma forma particular de distúrbio mental. É comum que em estados delirantes ou histéricos os pacientes recebam ‘mensagens do além’”, afirma o psiquiatra Durval Mazzei Nogueira.Por conta da descrença ou da ignorância de médicos psiquiatras, muitos sensitivos são equivocadamente tratados como se fossem loucos ou desequilibrados, ficando prisioneiros das drogas e de tratamentos desnecessários, confusos e sem condições de com preenderem o que se passa com eles.
Fonte de informação: Livro dos médiuns