26 de maio de 2014

O que é a mediunidade...



É a faculdade que quase a totalidade das pessoas possuem, umas mais outras menos, de sentirem a influência ou ensejarem a comunicação dos Espíritos, Allan Kardec em seus livros afirma serem raros os que não possuem rudimentos de mediunidade.
Em alguns, essa faculdade é ostensiva e necessita ser disciplinada, educada; em outros, permanece latente, podendo manifestar-se episódica e eventualmente.
Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Pode, pois, dizer- se que todos são, mais ou menos, médiuns.
Muitas vezes só se qualificam de médiuns aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade. Os tipos de mediunidades são inúmeros, como bem esclarece Allan Kardec em "O Livro dos Médiuns".
É compreensível esta diversidade de mediunidades, devido à ela depender do psiquismo e cada qual estar individualizado, por subordinar-se às experiências pelas quais passou o Espírito.
Cada tipo de mediunidade se manifesta em vários graus de possibilidades, umas apresentando amplas possibilidades e outras, poucas.
A mediunidade não escolhe credo, raça ou condição social. Ela é divina e universal, capaz de produzir um fenômeno de atração magnética, e assim como um ímã, consegue captar o campo áurico de uma pessoa que já morreu. O médium é uma ponte entre vivos e espíritos, e experimentam fenômenos que desafiam até a ciência.
No Espiritismo, no que se refere à mediunidade e à espiritualidade, tem-se como ensinamento: "dê de graça o que de graça recebeste", nos locais em que são cobrados quaisquer tipo de favores ou valores, não são locais Espíritas.
O físico francês Patrick Druot, pesquisador do Instituto Monroe dos Estados Unidos, afirmou que: "não é possível dizer que a mediunidade não existe; a ciência sabe como o cérebro funciona quimicamente, mas ainda não sabe o que faz o cérebro funcionar nos casos mediúnicos".

22 de abril de 2014

A Força do seu Pensamento



Se conseguíssemos dimensionar a força que têm nossos pensamentos, com certeza seríamos muito mais atenciosos com eles.
Pensamentos têm forma. São criações fluídicas invisíveis aos nossos olhos que caminham pelo espaço, vão até onde os seus criadores os orientam, enviando bons fluídos ou fluídos destrutivos, conforme a vontade do emissor.
Também circundam nosso perispírito de imagens chamadas formas-pensamento, mostrando aos espíritos desencarnados qual o teor de nossos sentimentos e verdades.
O meio de comunicação dos espíritos é o pensamento.
O pensamento é criação, é força geradora de ações e reações refletidas tanto no mundo material em que vivemos, quanto na pátria espiritual.
O nosso pensamento pode ser escondido de nossos companheiros de jornada terrena, mas nos deixa “nus” em relação aos espíritos que nos acompanham fora da matéria.
E nada podemos esconder tanto de nossos amigos espirituais, quanto de nossos “inimigos” espirituais, que se utilizam de nossas fraquezas para saber em que ponto devem atacar com maiores chances de sucesso em seus planos infelizes.
O pensamento funciona como um verdadeiro ímã de almas afins, atraindo junto a nós espíritos que pensam como a gente, misturando nossos pensamentos aos deles.
Por isso tudo meu amigo, muita atenção com seu pensamento.
Cuidado com o que pensa e deseja diariamente para si e para os outros.
Nossa criação mental é grande responsável pelas coisas darem certo ou errado em nossas vidas.
Faça uma análise sincera dos seus pensamentos atuais.
Eles revelam o que você é na realidade, indiferente da imagem que você – mesmo inconsciente – tenta passar a todos diariamente.
Somos imperfeitos e como tal ainda temos uma tendência a fazer mal uso da criação de nossos pensamentos.
Emitimos pensamentos de inveja, de cólera, de ciúmes e de outras tantas paixões inferiores às quais ainda nos vemos presos…
Sabemos que não será nessa vida que chegaremos ao glorioso estágio de só pensar e agir no bem, mas é necessário começarmos a nos reeducar e nos preparar para desde já iniciar uma melhor caminhada evolutiva, utilizando da melhor maneira possível esta ferramenta fabulosa que Deus nos concedeu, que muito pode produzir em nosso favor quando bem utilizada.
Se você pensa no pior, está atraindo pra si o pior. Está dando condições para que o pior aconteça.
Se você tende a pensar de forma pessimista, tende a ser um derrotado eterno.
De início é difícil controlar alguns pensamentos. Principalmente os que se relacionam ao pessimismo.
Mas chegará a hora em que o pessimista, que se julga um infeliz e esquecido por Deus, entenderá que não existe melhora até que ele pense e HAJA nessa melhora.
Atitude é tudo, inclusive no nosso pensar…
Pessoas que só falam de doenças, de dor, de sofrimento, de morte, vivem mergulhadas em pensamentos negativos, atraindo pra si entidades também infelizes e sofredoras. Entram em um círculo vicioso e caem.
Não sabem ainda da força que seus pensamentos têm sobre seu destino, tanto para a criação de uma vida melhor como para sua própria destruição.

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27 de dezembro de 2013

Consciência após a morte na ciência



Segundo Carlos Antonio Fragoso Guimarães a Psicologia Transpessoal é a corrente mais avançada em Psicologia que acredita na consciência após a morte. Segundo Carolina Ioca a Psicologia Transpessoal é um instrumento de pesquisa da natureza essencial do ser. Para ela a energia nunca morre, mas sempre se transforma. A energia seria igual a consciência que seria igual ao infinito.
Aporte a Psicologia, na medicina, uma pesquisa de quase morte feita em dez hospitais da Holanda, pelo dr. Sam Parnia e o dr. Peter Fenwick observou mil e quinhentas pessoas em seu leito de morte. Destas, noventa por cento sofreram ataques cardíacos e dez por cento, foram vítimas de acidentes.
Foram constatadas mortas pois o coração, a respiração e os impulsos cerebrais haviam parado.
Dez por cento destes pacientes, que puderam ser ressuscitados, tiveram certas experiências no tempo em que estavam mortos.
Como exemplo relataram que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo na sala onde estavam. Já que haviam sido considerados mortos, como isso pode acontecer? Alguns pacientes reconheceram pessoas que ajudaram na sua ressurreição. Outros se lembram das conversas entre os médicos. Eles enxergavam o que os médicos faziam para trazê-los de volta à vida.
Estas pesquisas são muito curiosas. Como explicar que pessoas devidamente mortas possam ter vivenciado as situações reais que ocorriam no hospital.
Nesta mesma pesquisa alguns pacientes experimentavam inclusive ver e ouvir coisas em outros lugares do hospital. Um deles, relatou que foi até o recinto ao lado e conversou com uma mulher que também estava clinicamente morta.
Um relato impressionante foi que enquanto do lado de dentro os médicos trabalhavam pra ressuscitar um homem, este mesmo homem jura que foi passear, viu um conhecido no parque, o que foi confirmado depois pelo próprio.
Neste mesmo passeio o paciente testemunhou um atropelamento na rua. O atropelado e o paciente chegaram até a conversar. O atropelado sumiu em uma luz, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital.
Os pesquisadores checaram a história na delegacia. O atropelamento aconteceu exatamente como ele falou. Incrível!
A pesquisa foi tão motivadora que os médicos formaram uma fundação para estudos sobre vida após a morte, vista a necessidade de continuar pesquisas em escala maior.

Autor: Dark


24 de novembro de 2013

As curas do Espiritismo



O Espiritismo é ainda procurado pela maioria para a cura do corpo. Qualquer Centro Espírita que tenha um médium curador terá sempre bom público em suas dependências.
Vê-se claramente isto quando se comparam Centros que ensinam o Evangelho e a Doutrina Espírita, como prioridades, e as Casas que oferecem vantagens materiais de toda ordem. Sejam os alimentos, os enxovais ou o tratamento da saúde por meio de cirurgias mediúnicas ou remédios fora da medicina tradicional. 
É certo que devemos cuidar do corpo porque ele é o templo do Espírito. O que nos causa estranheza é que o Espiritismo ainda não foi devidamente compreendido como a doutrina de libertação do homem pelo conhecimento, conforme explicou Jesus: “conhecereis a verdade e ela vos fará livres”. 
No seu apostolado na Terra, em três curtos anos de missionário, Jesus fez pouquíssimas curas de corpos, deixando claro que a cura mais importante é a da alma. Uma alma saudável terá sempre um corpo igualmente sadio. 
Embora a cura do corpo sirva como semente para chamamento dos descrentes ou para os que desconhecem os meandros da vida, será sempre importante acompanhar a cura de uma orientação para que o beneficiado compreenda porque se operou nele a oportunidade de melhorar. 
As pessoas que só procuram o Espiritismo quando adoecem, porque na maioria das vezes nem praticam esta religião, irão embora logo depois de atendidas e acabarão por adoecer novamente porque não aprenderam a se curar. O socorro imediato, de fora para dentro, não soluciona o problema, porque a doença, o Espiritismo nos explica, é um reflexo do comportamento desregrado da pessoa.
Que Deus abençoe os que curam e os que são curados. Que eles saibam ser agradecidos pela oportunidade de dar e de receber ajuda. Mas seria muito bom se todos os que se beneficiam da cura deixassem de praticar sempre as mesmas coisas porque adoecerão de novo. Sem a modificação da alma o corpo jamais será saudável. E quem veio para curar, cuide para não praticar atos que possam causar, em si próprio, lesões irreversíveis! 

Octávio Caúmo Serrano
Jornal “O Clarim”


23 de agosto de 2013

A inteligência anterior (conhecimento de outras reencarnações) pode estar no cérebro físico?


No item 225 Cap. XIX do Livro dos Médiuns consta:
“Com um médium, cuja inteligência atual ou anterior se ache desenvolvida, o nosso pensamento se comunica instantaneamente. Nesse caso encontramos no cérebro do médium os elementos próprios a dar ao nosso pensamento a vestidura da palavra que lhe corresponda.”

Resposta:
A inteligência objetiva, fruto do aprendizado na encarnação vigente, está disponível para a atual encarnação. Ou seja, conhecer como realizar um cálculo complexo, uma linguagem de programação de computador etc. é algo que se aprende, mas não se leva para a próxima existência. Porém, todo o desenvolvimento intelectual exercido ao longo de todas as existências prepara a qualidade mental do espírito para fazer ligações de causa e efeito que, ao longo das existências, vai moldando não só o caráter do espírito como também sua capacidade analítica e seu poder de síntese, constituindo-se assim numa espécie de inteligência subjetiva. Ou seja, não falamos aqui de conhecimentos exatos e lembranças precisas, mas de uma capacidade desenvolvida que o espírito não perde mais, na medida em que consolida e aprimora continuamente sua estrutura de pensamento e forja sua velocidade de raciocínio, sua maior eficiência no inter-relacionamento de situações, no cruzamento de informações e na qualidade, na agilidade e precisão de suas decisões.