13 de março de 2011

Alcoolismo X Vampirismo










A cólera, o ódio, os desvarios do sexo e os vícios, oferecem campo a perigosos germes psíquicos na esfera da alma. Paralelamente aos micróbios alojados no corpo físico há bacilos de natureza psíquica, quais larvas, portadoras de vigoroso magnetismo animal. Essas larvas constituem alimento habitual dos espíritos desencarnados e fixados nas sensações animalizadas.






A indiferença à Lei Divina determina sintonia entre encarnado e desencarnado viciados, este agarrando-se àquele, sugando a grande energia magnética da infeliz fauna microbiana mental que hospeda, em processo semelhante às ervas daninhas nos galhos das árvores, sugando-lhes substância vital. Com o tempo destroem as células perispirituais, criando grandes problemas de saúde numa próxima reencarnação.






O retorno num novo corpo será doloroso, com moléstias muito graves, doenças mentais – hidrocefalias - paralisias – cegueiras – idiotismo e vários tipos de câncer. Os vapores sutis das drogas, ao se volatilizarem são facilmente detectados pelos espíritos-viciados, que sorvem esses vapores, deles se apropriando e incentivando o encarnado a consumir mais e mais...






O freqüentador de bares, ao sair embriagado, não está sozinho; junto a ele, num processo de simbiose uma entidade das sombras o abraça, qual se um polvo estranho o absorvesse, exibindo as mesmas perturbações. Esse triste processo chama-se Vampirismo Espiritual, ou seja, ação dos espíritos inferiores desencarnados que viciosos imantam-se às suas vítimas, absorvendo-lhes fluidos vitais. 






(André Luiz, no livro: Nos Domínios da Mediunidade) 












A vinculação alcoólica escraviza a mente desarmonizando-a e envenena o corpo deteriorando-o. Tem início através do aperitivo inocente, que logo se converte em dominação absoluta.


A pretexto de comemorações, festas, decisões etc, não se comprometa com o vício, na suposição de que dele se libertará quando queira, pois se os viciados pudessem, não estariam sob essa violenta dominação. 






(Joanna de Angelis, no livro: Após a Tempestade) 












Por tudo isso, podemos afirmar que ninguém está só, no Bem ou no Mal: as leis da atração e da sintonia funcionam invariavelmente em ambas as situações, independentemente dos agentes ou pacientes estarem no plano material ou no plano espiritual.






Os toxicômanos, em particular, geralmente desconhecem tais mecanismos espirituais. Informá-los a respeito é tarefa primeira e prioritária para a sua recuperação. Para todos, porém, o remédio ideal é a vontade de auto reformar-se. Uma vez tomada essa feliz decisão, o Evangelho de Jesus age como poderosíssimo guindaste, reerguendo o Espírito equivocado e infeliz às alturas da reconstrução moral, patamar no qual o vício não alcança. 






A oração é sempre o mais eficiente antídoto contra o Vampirismo.






Fonte: Joanna de Angelis: Após a Tempestade.

13 de fevereiro de 2011

O despertar da espiritualidade em nós!

O que é ser espiritual, em sua opinião? Independente das qualidades que possa enumerar, todas terão necessariamente como base o amor. O amor faz com que se olhe o mundo, a si e aos outros, de maneira compreensiva. Mas é a sabedoria agindo junto ao amor, que nos dará a medida justa das ações.




Amor e sabedoria precisam estar juntos para que nossas ações não prejudiquem nossos semelhantes. E infelizmente, sem sabedoria, somos sim, capazes de errar por amor. 


Uma pessoa que ama a tudo e todos em igual medida ou que ao menos não coloca nada nem ninguém de fora de seu amor, embora possa ter certas preferências e simpatias especiais ainda é um ser espiritual. E chega o momento em que essa pessoa começa a ter o impulso natural de fazer o bem e espalhar seu amor aos que ainda não conseguem se amar o suficiente para serem felizes. 


Esse é o despertar para sua missão de vida! Esse despertar é o chamado de sua alma, para que busque seu caminho de realização missionária! Dizemos que são almas missionários as almas que vem à Terra para serem um foco de luz e amor ao planeta e aos seres humanos, mesmo que ninguém sequer perceba que essa pessoa seja um missionário.


Um missionário de luz precisa antes de tudo, trabalhar sua energia e amor, sua personalidade e sua vida, seus relacionamentos, seus pensamentos, para que seja sempre um canal de expressão da luz à Terra. 


Um missionário faz coisas simples e cotidianas, como sempre ter pensamentos de luz, tratar com carinho e respeito a todos os que encontra, e coisas assim. Nada necessariamente enorme como a missão de Ghandi ou a de Jesus. Porém, missões individuais de vital importância para a luz atingir esse planetinha tão sofrido que passa por um momento decisivo. 


Imagine o quanto é importante que tenham milhares de missionários da luz vivendo suas vidas cotidianas com amor e respeito a todos e ao planeta, e que juntos, abrem um imenso corredor de luz cósmica através de suas vibrações, aumentando a vibração do próprio planeta! 


Imagine como será o planeta, quando a maioria de nós tiver essa consciência e propagar esse efeito amoroso a cada um que tocar! Imagine quando a maioria de nós tiver tanto amor e respeito ao planeta, que poderá ser revertido qualquer efeito negativo que nossa própria ignorância e egoísmo causou!


Não pense jamais que você é um só e que não adianta fazer um esforço para reciclar seu lixo, tratar os outros com amor, fechar a torneira quando escova os dentes, catar um papel na rua e outras coisinhas simples e possíveis a cada um de nós!


Se você pensar que está sozinho, nunca poderá ver tantos outros que iniciaram pensando como você, mas que resolveram fazer sua parte mesmo assim, apenas para que pudessem dormir em paz, ao menos com suas próprias consciências!


Esse nosso planetinha precisa realmente de muitos que despertem e o ajudem a passar por esse momento critico!


Autora: Vera Calvet 
http://www.rashuah.com.br/textos_ajuda 






6 de fevereiro de 2011

Quando Coisas Ruins Acontecem a Pessoas Boa



Algumas das coisas que mais temos dificuldade de entender são:

· Porque as pessoas boas sofrem tanto? 
· Porque ocorrem coisas ruins a pessoas boas 
· Porque uma pessoa tão boa e tão especial, morreu tão cedo, morreu tão jovem 

Essas perguntas todas podem ser sintetizadas da seguinte forma: Afinal, como funciona a justiça de Deus? 
Nós, comumente, achamos que as pessoas boas deveriam ser agraciadas com coisas boas e as pessoas ruins deveriam sofrer os reveses da vida. Para nós, a Justiça deveria funcionar assim. Entretanto, o que parece ocorrer é justamente o contrário. 
Quantas vezes não vemos a seguinte frase: “Se fosse um homem de bem, teria morrido. Mas, como é um marginal, conseguiu escapar da tragédia.” 
Ou ainda: “Fulano é uma pessoa tão boa mas nunca vi sofrer tanto!”. 
Estaria Deus alheio ao que se passa na Terra? Será que a Justiça de Deus tem falhas? 
A resposta a todas essas perguntas é simples e direta: A Justiça de Deus não falha nunca! 
Mas, se não falha nunca, como explicar as injustiças que vemos todos os dias ao nosso redor?  Vamos então às explicações para que compreendamos de uma vez por todas a infinita Bondade, Amor e Justiça de nosso Pai Criador e, para isso, precisamos esclarecer dois pontos primordiais sobre as nossas vidas: 
1- Nós não temos apenas uma vida. Não temos apenas esta vida. Não. Nós todos somos espíritos eternos, criados por Deus a milhões de anos atrás e, reencarnação após reencarnações, vimos progredindo passo a passo. Isso significa que a nossa vida de hoje é consequência dos nossos atos passados, atos de nossas vidas passadas. Como dizemos comumente: Somos sempre livres para plantar as sementes de nossas atitudes, mas a colheita do que plantamos é sempre obrigatória e compulsiva. 
2 – Achamos que o sofrimento é uma coisa ruim. Não é bem assim. Ninguém gosta de sofrer. Nem mesmo nós, os Espíritas. O que ocorre é que temos uma percepção diferente do sofrimento. Os Espíritos nos esclarecem que o sofrimento é uma maneira de crescermos e evoluirmos, já que através dele nos tornamos pessoas mais equilibradas e mais conscientes do valor da vida. 

Assim, temos: 

Todos nós gostamos de progredir, de crescer, de melhorar. Essa é determinação do Espírito também. Então, quando cometemos erros em uma vida, ao chegarmos no plano espiritual muitas vezes nos damos conta dos erros cometidos. Então, voltamos a reencarnar e, muitas vezes, pedimos que o anjo do sofrimento e da dor nos visite. Isso nos torna mais humildes, ao passo que somos compelidos, automaticamente, a passar pelos sofrimentos que, no passado, fizemos os outros passarem. 
Assim, se nós enfrentarmos a dor e sofrimento, as traições, as calúnias e as dificuldades da vida, sem revoltas, com confiança em Deus, estamos dando o nosso testemunho a Deus que confiamos em sua justiça. Também quitamos nossas dívidas de nosso passado e, assim, livres de débitos, somos livres para flutuar a níveis mais elevados de espiritualidade. 
A vida aproveita todas as oportunidades que tem para nos fazer crescer e resgatarmos nosso passado. Até mesmo na morte. O corpo físico deve ser tratado com carinho e respeito e avida na Terra é um presente de Deus. Acontece, porém, que o corpo físico nada mais é do que uma roupa e que a vida na terra é apenas uma de muitas existências. Assim, muitas vezes vemos pessoas que têm desencarnes violentos, em tragédias, atropelamentos, etc. Ora, isso também é um resgate e dura um tempo muito curto diante da eternidade que tem o Espírito, que estará livre de todo o débito do passado. 
Para ser ainda mais claro: Para nós, uma boa morte seria morrermos velhinhos e, de preferência, durante o sono. Mas, imagine se em vidas atrás, eu tivesse assassinado meus inimigos de forma brutal. Hoje, consciente dos meus erros, bem que eu poderia aproveitar o meu tipo de morte para, em vez de morrer dormindo, submeter-me a tipo de morte que viesse a marcar o meu espírito com o conhecimento definitivo do que significa causar aquele tipo de dor a alguém. 
Ora, pode parecer algo terrível para nossa visão limitada, mas quando estamos no plano espiritual, entendemos que a existência carnal dura apenas um instante e que a dor passa, sempre passa, e que estaremos livres para plantarmos um novo jardim em nossas vidas. Não mais espinhos e sim flores. 
O Espiritismo, ao esclarecer que temos muitas vidas, nos faz enxergar a existência terrestre como um período muito curto diante da eternidade de nossa evolução, ao passo que nos mostra que o sofrimento e a dor, ainda que nos seja desagradável enquanto encarnados, é profundamente salutar para a nossa verdadeira vida, a vida do Espírito. 
É assim que pessoas tão iluminadas, quanto a veneranda D. Zilda Arns, depois de tanto bem e tanta luz que semeou através da iniciativa católica da Pastoral da Criança, desencarnou em meio a uma tragédia tão grande, no gigantesco resgate coletivo que foi o terremoto do Hait em 2010. 
Criaturas assim são recebida no plano espiritual com imenso amor e respeito, em nenhum momento queixam-se de seu tipo de desencarne, agindo de forma oposta, ouseja, agradecendo a Deus a oportunidade de quitar ainda mais um débito do passado longíquo. 
Recomendamos enfaticamente a leitura de O Livro dos Espíritos, que esclarece de forma tão clara e lógica a temática deste post. 

Que nos ampare Jesus, o médico de nossas almas! 


Ylien Asor


30 de janeiro de 2011

As partes de Deus e as nossas partes



Espero que tu possas aceitar as coisas como elas são...
Sem pensar que tudo conspira contra ti!
Porque uma parte de nós é entendimento.
Mas a outra parte é aprendizagem!

Que possas ter forças para vencer todos os teus medos... 
E que, no final, possas alcançar todos os teus objectivos!
Porque uma parte de nós é cansaço.
Mas a outra parte é vontade!

Que tudo aquilo que tu vês e escutas te possa trazer conhecimento... 
Que essa escola possa ser longa e feliz!
Porque uma parte de nós é o que vivemos.
Mas a outra parte é o que esperamos!

Que possas aprender a perder sem sentir a derrota... 
Que isso possa fazer-te lutar cada vez mais!
Porque uma parte de nós é o que temos.
Mas a outra parte é sonho!

Que durante a tua vida possas construir sentimentos verdadeiros... 
Que tu possas aceitar que só quem sabe da sombra pode saber da luz.
Porque uma parte de nós é angústia.
Mas a outra parte é conforto!

Que tu nunca deixes de acreditar... Que nunca percas a tua fé.
Porque uma parte de DEUS é Amor.
E a outra parte também!

(MJ)


Publicada por CAMINHANTE




19 de janeiro de 2011

Carnaval: obsessão coletiva


Como boa religião fundamentalista, a religião sob o qual fui criado, não aceitava que houvesse mais nada no mundo certo. Nem bom. Nem útil. Não está na Bíblia? É coisa de satanás! cuidado! Era o que mais comumente eu ouvia. As condenações eram quase sempre baseadas em questionáveis interpretações bíblica. E, sendo assim, acabei por optar em agir sempre com cautela toda vez que me aparecia a oportunidade de condenar o comportamento alheio.

Esse preâmbulo me parece oportuno em função do tema que escolhi para escrever hoje. O Espiritismo, Doutrina que escolhi para vivenciar após analisar criteriosamente as suas respostas às minhas centenas de inquietantes perguntas, jamais condena. Não, o Espiritismo a nada condena. O Espiritismo esclarece. Uma vez esclarecido, consciente do que representa cada ato e a repercussão de suas consequências, é a própria pessoa que decide o que deve fazer. Assim, o Espiritismo também não condena o Carnaval.

Passemos então aos esclarecimentos sobre essa festa impressionante. E cada um decida por si. Carnaval, em per si, significa a Carne nada vale. É a festa da carne. Há uma explosão de alegria estimulada pelos excessos de álcool e temperada pelos excessos. Aproveita-se a festa para se brincar, pular até cair, beber até não se saber que é, e dar vazão à compulsão sexual seja lá com quem for que se lhe apresente interessante. Ora, de tudo isso sabemos. O que há de novo? O que há de novo são os espíritos…

Já semanas antes do Carnaval, a Terra começa a ser invadida por milhares e milhares de espíritos trevosos, perturbados, viciados e viciadores. A descrição feita por diversos amigos espirituais é perturbadora. A turba multa é de aspecto lamentável e repugnante. O quadro que se apresenta de entidades sofredoras mas crentes de que são apenas gozadoras dos prazeres e das luxúrias, é deveras doloroso. Dizem os Espíritos Superiores que o nosso planeta é invadido pelas mais pesadas entidades que habitam as regiões tenebrosas da crosta terrestre. Sendo assim, muitos crimes são engendrados para o período de Carnaval. Obsessões de amplitudes terríveis são executadas nos dias de gozo irresponsável e sinistros conluios entre encarnados e desencarnados são consumados.

Ao participar de uma festa carnavalesca, sempre regada a bebida, agitação e sensualidade, tem o Espírita a compreensão que, ali, ele não se fará acompanhar dos seus amigos, mentores e protetores espirituais. Não há novidades nisso. Eles têm mais o que fazer. Naturalmente nos aconselharão pela intuição para que não sigamos para a festa de Momo, mas temos o nosso livre arbítrio. É nossa a Decisão. Eles já tomaram as deles. Irão se dedicar a ajudar o próximo e continuar a trabalha na Vinha do Pai. Se escolhemos o carnaval, estamos por nossa conta. E, por nossa conta, adentramos o território dos espíritos obsessores e vampiros da sexualidade e da luxúria. O resultado disso é, invariavelmente, arrastarmos par ao nosso psiquismo, por sintonia automática, entidades sofredoras e perturbardas e, por outro lado, por sintonia planejada, outras entidades que conosco têm algum vínculo de ódio.

Todas as casas espíritas têm conhecimento disso, notadamente as que trabalham com o tratamento da obsessão espiritual: Uma vez iniciado o ano, há sempre um número menor de participantes; após o carnaval, as casas repentinamente se enchem! É a obsessão coletiva, plantada, semeada, adubada e florescida em pleno carnaval. Muitas pessoas iniciam ali processos de Síndrome de Pânico, fobias, pesadelos recorrentes, desestruturação de personalidade, problemas no lar, exacerbação de tendências que nem eram tão fortes assim, tais como a álcoofilia, a sexofilia, e etc. Muitas pessoas perdem a oportunidade de progredir espiritualmente, retardando as suas marchas evolutivas pro décadas, senão séculos, vitimados pela ‘necessidade’ de brincar o seu carnaval.

O trabalho dos mentores espirituais para socorrer os alfitos de toda ordem, agredidos em suas tessituras espirituais por tais festas, é gigantesco. E doloroso. Alguns dos piores casos de Obsessão, qual seja a subjugação (ou possessão), são originadas nos grupos de folia carnavalescas. E, claro, como a imensa maioria das pessoas sequer cogitam do mundo espiritual, jamais irão buscar o socorro nas Casas Espíritas. Como não há outros locais que tenham o conhecimento clarificador sobre os processos obsessivos, a patologia possui uma grande tendência a se instalar, crescer e vitimar, fatalmente, o invigilante folião.

A essa altura, os mais reticentes poderão alegar: Eu conheço pessoas que brincam carnaval a vinte ou trinta anos, e estão aí, felizes e fagueiras! Nada lhes acontece! Como você justifica isso? Não justificamos. Não temos tempo pra isso. Explicamos, através do Espiritismo o que ocorre. Cada um escolhe o seu caminho. Como adendo, apenas uma coisa: Qual o seu conceito de felicidade? Para as pessoas que se realizam, e só se realizam em festas tais quais as carnavalescas, ainda não é hora do Espiritismo tocar-lhes o coração.

Rogamos apenas a Deus que elas continuem sem serem molestadas pelas trevas, ainda que tenhamos a plena consciência de que, a adentrar em um charco de lodo, fatalmente estaremos a braços com a podridão a grudar em nós. Aos que compreendem o que é o Carnaval, apelamos para que elevem seus pensamentos em preces a Deus, por todos aqueles que padecem, ainda agora, as dolorosas consequências da Obsessão Coletiva.

Ylen Asor ( http://espirito.blog.br )